Correio do Zaca

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10/01/2017 | 00:25

CHACINA DO COMPAJ: O MOMENTO É DE UNIÃO E NÃO DE SE APONTAR CULPADOS

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Após uma semana do massacre entre facções criminosas rivais dentro dos presídios do Amazonas, muito foi dito, especulado, inventado, apontando culpados, e pouco de concreto se viu.

 

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O governo federal, acuado diante da repercussão internacional da tragédia, tenta lavar as mãos.

 

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O ministro da Justiça Alexandre de Moraes pouco ou quase nada de concreto apresentou.

 

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Alguns poucos políticos e autoridade tentaram pegar carona na tragédia para aparecer e tripudiar em cima da miséria alheia.

 

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A crise é grave e precisa ser enfrentada com inteligência e espírito público.

 

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Como o PORTAL DO ZACARIAS já afirmou anteriormente, não há fórmula mágica nem salvador da pátria.

 

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A banalização do crime e o desprezo pela vida do semelhante são ingredientes indigestos desse câncer social que aflige o mundo inteiro.

 

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A prisão nunca foi a solução ideal, todos sabem. Mas a impunidade também não é solução.

 

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A sociedade precisa discutir e encontrar soluções para a mediação e conciliação dos seus conflitos, sem a violência física.

 

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Os delegados, juízes e promotores criminais precisam compreender que nem tudo se resolve através da prisão.

 

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A efetiva implantação e controle das penas alternativas, a limitação ao direito de ir e vir e outras experiências modernas limitadoras da cidadania podem ser medidas simples de alcance pedagógico positivo.

 

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A espetacularização das prisões e o glamour que se confere aos lideres das facões criminosas torna o crime um atrativo para os jovens de mente mal formada e com sede de notoriedade.

 

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A educação será sempre a solução. Enquanto os governantes continuarem apostando em construir obras faraônicas para o deleite dos empreiteiros e familiares, a penitenciária vai explodir e transformar a sociedade prisioneira dos criminosos e do crime organizado. 

 

Ele chora pelos bandidos e seus parentes,

mas se cala quando um pai de família é morto

 

Epitácio Almeida: amor pelos fora-da-lei

 

No vídeo abaixo, você vai ver o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-AM, Epitácio Almeida, em prantos.

 

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Sabe por quê? Porque ele está triste com o "sofrimento" dos parentes dos presos mortos na chacina ocorrida no Compaj e na UPP.

 

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Contraditoriamente, Epitácio Almeida nunca sequer prestou solidariedade a familiares de pessoas assassinadas por bandidos. Imagine chorar...

 

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Uma perguntar que não quer calar: Se ele, Epitácio Almeida, nutre tanta afeição pelos bandidos, por que não os leva todos para a sua casa ou para a igreja da qual é pastor?

 

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Veja o vídeo: 

 

 

Adepol-AM cai fora do movimento dos policiais civis

 

A Associação de Delegados de Polícia do Estado do Amazonas (Adepol-AM) decidiu pular fora do movimento reivindicatório das entidades representantivas dos policiais civis.

 

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Em nota divulgada ontem, a Adepol justifica sua decisão, argumentando, entre outras coisas, que "uma paralisação dos delegados de polícia no momento traria prejuízo imediato à população amazonense".

 

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Veja a nota: 

 

 

Josué Neto deixou rastro de sujeira na Assembleia Legislativa  


Procuradora de Contas quer que Josué Neto

devolva R$ 6,4 milhões aos cofres da Assembleia

 

É o que diz o Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC). 

 

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Segundo a procuradora de contas Evelyn Freire de Carvalho, que recomendou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) que reprove as contas de Josué Neto (PSD) referentes ao exercício de 2014, o ex-presidente da Assembleia Legislativa meteu os pés pelas mãos, o que não é nenhuma novidade para ninguém.

 

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Evelyn Carvalho quer que Josué Neto devolva R$ 6,4 milhões aos cofres da Assembleia.

 

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O valor seria referente à ausência de comprovação dos gastos com a Cota para Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), aoo pagamento indevido de bolsas de estudos a servidores e à remuneração indevida de deputados com faltas justificadas irregularmente. 

 

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A procuradora de Contas aponta outras patifarias de Josué Neto: contratação sem base em prévia pesquisa de preços, não alimentação correta do portal da transparência da Assembleia e concessão de bolsa de estudo para nove estudantes que não possuem ato de nomeação ou qualquer outro documento que demonstre que sejam funcionário da Casa.

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