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Plantão Policial

05/12/2018

Aposentada de 70 anos e sobrinho são mortos dentro de casa no bairro da Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. Os dois estavam nus e com o rosto desfigurado

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Foto: Divulgação

Arlete e o sobrinho Alexandro foram assassinados com requintes de muita brutalidade dentro da casa onde moravam

A aposentada Arlete Araújo de Almeida, 70, e o sobrinho dela, Alexandro Mateus Araújo de Lima,31, foram assassinados por espancamento e os corpos encontrados na noite da última terça-feira, 4, em banheiros diferentes da casa onde moravam na Rua 10, Conjunto Hiléia 1, bairro da Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus.


De acordo com a polícia, a posentada e o sobrinho foram encontrados por volta das 21h30 por um amigo que foi procurar por Alexandro.

 

Os dois estavam completamente nus, com sinais de enforcamento e suas cabeças dilaceradas, deixando as duas vítimas desfiguradas.

 

Familiares das vítimas disseram à políciaque há dez anos o avô de Alexandro e o irmão de Arlete Araújo foram assassinados dentro da mesma casa por um homem que entrou para roubar, mas não conseguiu levar nada do imóvel e foi preso cerca de um mês depois por policiais da Delegacia Especializada em Robos, Furtos e Defraudações (DERFD).


A hopótese mais provável até o presente momento, segundo a linha de investigação que vem sendo seguida pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, é que Arlente e o sobrinho Alexandro foram vítimas de latrocínio (roubo seguido de morte), uma vez que existem indícios fortes de que objetos e dinheiro foram levados da casa.

 

Sobrinha de Arlete revelou que o avô foi

assassinado no mesmo local há 10 anos 

 

Polícia foi avisada e encontrou os corpos das

vítimas dentro da casa (Fotos: Divulgação) 


Uma informação obtida pelos policiais dando conta de que Alexandro era homossexual conduz à suspeita de que um dos seus namorados, supostamente acompanhado de outros cúmplices no crime, entraram na casa, pegaram a tia e sobrinho de surpresa e mataram os dois antes de praticarem o roubo.


Vizinhos das vítimas disseram que Alexandro sempre recebia visitas de amigos em casa e depois saía com os convidados para se divertir, mas nunca viram nem ouviram nenhuma atitude suspeita, mesmo porque nem mesmo sua tia, que era a dona da casa, nunca reclamou de nada nem mesmo para outros familiares.


Outro detalhe que levanta suspeita nesse começo de investigação que está por conta da DEHS é o fato dos policiais e peritos não terem encontrado qualquer sinal de arrombamento nas portas e janelas, deduzindo-se que o autor ou autores do bárbaro crime tinha livre acesso à casa da aposentada.


Os corpos foram removidos para o Instituto Médico Legal, e na manhã desta quarta-feira, 5, o delegado Orlando Amaral, titular da DEHS, designou uma equipe para investigar o caso.

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