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Plantão Policial

12/06/2018

Ex-marido confessa ser o autor do assassinato da esposa e Justiça manda prendê-lo

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Foto: Divulgação

Ivan Rodrigues confessou que matou a ex-mulher Jerusa Nakamini em sua casa no conjunto Campos Elíseos

Dois meses depois da morte misteriosa da empresária Jerusa Torres Nakamini, o delegado Jeff  Mc David Mc Donald, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), anuncia que o caso está completamente elucidado.


O ex-marido Ivan Rodrigues das Chaves, 56, que figurava como principal suspeito desde o início, caiu em muitas contradições no decorrer da investigação. Todos os indícios da autoria do crime apontavam em sua direção e sem ter mais como negar, ele acabou confessando a autoria do homicídio.


Familiares encontraram a empresária morta em sua casa na manhã do dia 12 de abril deste ano e inicialmente suspeitava-se que ela tinha cometido suicídio por enforcamento, tendo em vista que enfrentava problemas de separação do ex-marido.


A separação aconteceu depois que Jerusa Nakamini descobriu uma traição de Ivan Chaves e a partir daí a empresária assumiu sozinha a administração da empresa de segurança patrimonial J.H. Torres Nakamini pertencente ao casal.


A briga pela divisão de bens foi iniciada na Justiça, e na ação o ex-marido queria assumiur pleno e total domínio da empresa e também queria a venda da casa do casal no Campos Elíseos e divisão da quantia negociada com os compradores do imóvel.

 

Delegado Jeff  David Mac Donald confirmou elucidação do caso (Foto: Divulgação) 


De acordo com o delegado Jeff Mac Donald,  a suspeita sobre o ex-matido aumentou ainda mais quando ele entrou com um pedido de liminar na Justiça do Amazonas para assumiu defnitivamente a administração da empresa de segurança.


O ex-marido de Jerusa Nakamini foi mais além quando entrou com um segundo pedido de reconhecimento de união estável que viria garantir a posse de todo o patrimônio constituído pelo casal ao longo dos anos de convivência.


O delegado titular da DEHS informou que a Justiça indeferiu todos os pedidos de Ivan Chaves, e seu mandado de prisão preventiva, solicitado logo após a conclusão do inquérito policial,  foi expedido nesta terça-feira.


"A qualquer momento ele pode ser localizado e preso por uma de nossas equipes de investigação e será conduzido à unidade prisional determinada pelo juiz e vai ficar à disposição da Justiça", concluiu o delegado.
 

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