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Curiosidade

05/06/2019

Pequeno furo extra na orelha: por que algumas pessoas têm isso? VEJA O QUE DIZEM OS MÉDICOS

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Foto: Reprodução

Como essa estrutura é encontrada em todos os seres vertebrados durante o desenvolvimento embrionário, alguns cientistas acreditam que esse é um resíduo evolutivo.

Quando se fala sobre má formação congênita, logo vem a mente alguns distúrbios genéticos que fazem do paciente um ser humano “especial” devido as condições em que ele nasce e/ou desenvolve.

 

Um dos mais famosos distúrbios é conhecido como síndrome de down, quando o cromossomo 21 sofre uma alteração, resultando em um humano com algumas características físicas específicas, como rosto arredondado, olhos puxados, orelhas pequenas etc.

 

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Mas, além destas disfunções genéticas que alteram a aparência do paciente de uma maneira profunda, outras má-formações não causam tanta modificação estrutural nas pessoas. Como exemplo, pode-se citar o cisto pré-auricular, também chamado de Coloboma auris ou seio pré-auricular, mais conhecido como furo extra na orelha.

 

Foto: Reprodução

 

Afinal, o que é e por que surge este furinho?


Este tipo de distúrbio não é tão conhecido, devido a sua raridade, mas a sua característica já deve ter deixado muita gente curiosa. Isto porque ele é conhecido por se apresentar como um “furo extra” no ouvido dos pacientes. Se você já presenciou alguém com um furinho onde o rosto une-se com a cartilagem da orelha e pensou ser uma marca de piercing, saiba que este pode ser o cisto pré-auricular.

 

No geral, este buraquinho é assintomático, ou seja, não provoca dor em quem o possui. Porém, com o passar do tempo este furinho pode infeccionar com agentes sebáceos. Isto decorre devido a profundidade que esta área possui e pela dificuldade em mantê-la limpa. Por isso, algumas pessoas recorrem a cirurgias de reconstituição.

 

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Incidência deste distúrbio


De acordo com dados do Centro Nacional de Informação Biotecnológica (NCBI), órgão que pertence à Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos da América, há poucos casos deste distúrbio no mundo. A maior incidência, na pesquisa da instituição, está na Ásia e em partes da África, entre 4% a 10% da população.

 

Ainda segundo o NCBI, na Coreia do Sul a taxa cai para 5%, já no Reino Unido é apenas 0,9% da população com este furinho a mais na orelha. Entre as taxas populacionais mais baixas com esta má formação congênita está os Estados Unidos, com 0,1% somente.

 

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