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Curiosidade

02/03/2019

Robô para fazer sexo, preservativo smart e mais: conheça os produtos que prometem mudar sua experiência sexual

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Foto: Reprodução

Seis tecnologias que podem mudar sua vida sexual

A indústria erótica está cada vez mais em sintonia com as tendências tecnológicas. Brinquedos sexuais inteligentes que funcionam e conectados aos smartphones e até camisinhas smart são alguns dos projetos que vêm sendo desenvolvidos atualmente.

 

Confira a seguir seis tecnologias voltadas para a vida sexual que são realidade ou já estão em produção. Entre elas estão os robôs sexuais, que contam com inteligência artificial, dispositivos hápticos, para simular o toque humano, entre outros.

 

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1. Robôs sexuais

 


Os robôs inteligentes programados para fazer sexo já são uma realidade. Por enquanto, esses humanoides custam caro, com preço mínimo de US$ 6 mil, algo em torno de R$ 22,5 mil em conversão direta.

 

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O valor elevado é justificado por conta do material que simula o corpo humano com bastante fidelidade. Em alguns casos, eles chegam até a contar com batimentos cardíacos, como é o caso da boneca Roxxxy.

 

Solana, a robô sexual da RealDoll (Fotos: Divulgação / RealDoll)

 

Há ainda modelos, como a Harmony, da Realbotix, que contam com inteligência artificial avançada, sendo capaz de contar piadas, conversar e até ter uma personalidade própria, como tímida ou falante.

 

 

Para a indústria erótica, a perspectiva é que os robôs não sejam apenas brinquedos sexuais, mas também companheiros para pessoas solitárias.

 

A Harmony, por exemplo, pode fazer perguntas como “qual seu filme favorito?”, e lembrar da resposta no futuro, como em uma conversa entre dois humanos. Além disso, a boneca pode gravar datas importantes e fazer perguntas filosóficas para quebrar o gelo.

 


Robô Harmony conta com inteligência artificial

para interações (Foto: Divulgação/Realbotix)


Por conta disso, os robôs com inteligência artificial são alvo de uma polêmica, com relação aos seus direitos. Há quem defenda que eles sejam tratados como humanos, inclusive no que diz respeito ao consentimento sexual. As implicações éticas sobre isso estão apenas começando, mas prometem dividir opiniões em um futuro breve.

 

2. Camisinha smart


Se hoje temos lâmpadas, fechaduras e até bandeja de ovos smart, por que não um preservativo? O i.Con, da British Condoms, é uma espécie de anel que deve ser usado junto a uma camisinha normal. O dispositivo conta com diversos sensores e acelerômetros, além de conexão Bluetooth, e após a relação, sincroniza os dados do desempenho do usuário para o celular.

 


i.Con é chamada de camisinha smart, embora não previna

gravidez ou DSTs (Foto: Divulgação/British Condoms)

 

Assim, é possível descobrir informações como a duração da atividade, velocidade média, temperatura e até as posições usadas. Segundo a fabricante, futuramente será possível também comparar a performance com outros homens ao redor do mundo. O i.Con será lançado ainda em 2019 pelo preço de 60 libras (cerca de R$ 287, em conversão direta, sem impostos).

 

Outro preservativo inteligente de destaque é a camisinha que se autolubrifica. Criada por cientistas da Universidade de Boston, o produto é feito de látex como os preservativos tradicionais, mas também conta com polímeros que atraem água em sua superfície, tornando-o mais escorregadio por mais tempo. Ainda não se sabe se quando a novidade chegará ao mercado.


3. Vibradores smarts


Os brinquedos sexuais também já são encontrados em versões inteligentes. Existem modelos que podem ser sincronizados com o smartphone e oferecem funções como ativação à distância, controle de intensidade, vibração em sincronia com músicas, entre outros. Um dos produtos mais interessantes é o We-Vibe Sync, que deve ser usado durante o sexo e estimula tanto a mulher quanto o homem. O dispositivo é à prova d'água e possui bateria recarregável com duração de até uma hora.

 


Vibrador We-Vibe Sync é um brinquedo feito para casais (Foto: Divulgação/We-Vibe)

 

Já o Osé, da Lora DiCarlo, é diferente por não usar vibração como outros brinquedos sexuais. Em vez disso, ele conta com peças mecânicas que simulam a sensação da língua e dos dedos.

 


Lora DiCarlo Osé causou polêmica na CES 2019 (Foto: Divulgação/Lora DiCarlo)

 

Criado após diversos estudos com micro-robótica, o Osé foi concebido por uma equipe composta apenas por mulheres.


4. Brinquedos sexuais feitos em impressoras 3D


Atualmente, já existem diversos sites que ensinam a usar impressoras 3D para criar diferentes tipos de acessórios sexuais. Esse método permite customizar o objeto de acordo com a preferência do usuário, além da praticidade de produzir em casa. No entanto, é importante ficar atento ao tipo de material utilizado para imprimir o brinquedo sexual.

 

Impressoras 3D, como Airwolf 3D AXIOM, permite

criações exclusivas (Foto: Divulgação/Airwolf)

 

Certifique-se de que ele não é tóxico ou corrosivo em contato com a pele: muitos sites recomendam plástico ABS revestido de silicone. Para obter um prazer maior, vale optar por um material que seja maleável e não-poroso.

 

5. Apps para sexo


Alguns aplicativos para smartphones também prometem ajudar na hora do sexo. Um deles é o Kindu, uma espécie de Tinder para casais. O app fornece cards com ideias de atividades a dois, como dormirem nus ou usarem óleos e loções nas preliminares. Cada usuário possui uma conta e pode curtir anonimamente cada card. Se ambos curtirem a sugestão, o app dá um “match”.

 

Taysa Coelho Kindu é umas espécie de Tinder para casais (Foto: Reprodução/ Taysa Coelho)
 


Já o Addicted Dice reproduz os famosos dadinhos sexuais que prometem tirar o relacionamento da rotina. Ele decide na sorte uma parte do corpo do parceiro ou parceira, uma ação e um lugar da casa. Há até uma opção sadomasoquista para quem gosta de algo mais intenso.


6. Dispositivos hápticos


A tecnologia háptica busca recriar estímulos táteis de uma determinada situação aplicando uma força sobre o usuário. As vibrações no teclado virtual dos smartphones ou nos videogames são exemplos dessa ferramenta funcionando na prática. Futuramente não será estranho encontrarmos dispositivos hápticos que poderão ser usados para diminuir a distância entre casais.

 

Tesla Suit usa tecnologia háptica para o corpo inteiro (Fotos: Divulgação/Tesla Suit)

 

A ideia é que um dia possamos simular o toque de outra pessoa e receber esse estímulo de volta. Atualmente, já existem roupas como a Tesla Suit, que simula sensações como calor, frio e toque. Aliado à imersão dos óculos VR, essa tecnologia pode possibilitar ao usuário abraçar uma pessoa mesmo que ela esteja longe (ou nem exista).

 

Embora ainda falte muito para que esse tipo de dispositivo chegue às lojas, algumas ideias já foram colocadas em prática. Uma delas é o Kissenger (mistura de beijo e mensagem, em inglês), um gadget que deve ser acoplado ao smartphone e que possui sensores que permitem “beijar” à distância. O dispositivo chegou a ter uma campanha para produção em massa na plataforma Indiegogo, mas não foi bem-sucedida.

 

G1 / TechTudo

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