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Primeira imunoterapia contra câncer de mama desembarca no Brasil. CONFIRA

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Foto: Voltada para o tipo mais agressivo de tumor de mama – o triplo-negativo –, a medicação atezolizumabe beneficia mulheres com poucas opções de tratamento

Embora a imunoterapia seja tida como a maior revolução da oncologia nos últimos anos, ela ainda não havia chegado ao câncer de mama. Eis que a aprovação no Brasil do medicamento atezolizumabe, da farmacêutica Roche, quebra esse paradigma e, de quebra, traz uma opção justamente contra o subtipo mais agressivo da doença e mais carente de inovações: o tumor de mama triplo-negativo.

 

A indicação do remédio é para os casos avançados ou metastáticos da enfermidade – ou seja, quando ela já se espalhou para outros órgãos.

 

“Essas pacientes […] têm um prognóstico difícil. O tratamento aprovado pela Anvisa se torna o preferencial na prática clínica”, afirma o oncologista Carlos Barrios, diretor do Centro de Pesquisa em Oncologia do Hospital São Lucas (RS), que participou dos estudos que avaliaram a droga, em um comunicado à imprensa.

 

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A aplicação do atezolizumabe em conjunto com um quimioterápico ampliou significativamente a sobrevida das mulheres. Você pode ver esses resultados em detalhes e entender o mecanismo de ação do medicamento em uma reportagem que fizemos um tempinho atrás, quando esses estudos saíram do forno.

 

Ao contrário dos tratamentos comuns contra o tumor, a imunoterapia não se volta contra a doença em si. Na verdade, ela estimula as células de defesa da pessoa a reconhecerem o inimigo e o atacarem. Desde o surgimento da classe, diversos cânceres foram beneficiados.

 

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Para ter ideia, o próprio atezolizumabe já tem indicação no Brasil contra o câncer de bexiga e o de pulmão. No entanto, nem ele nem outros imunoterápicos estão à disposição no sistema público. O alto custo dessa linha de tratamento é um dos desafios a serem superados nesse sentido.

 

Saúde Abril

COMENTÁRIOS
Oriona Ohse - 16/05/2019
Como sou paciente oncológica, sabermos as pacientes quelutam para sobreviver e a Maria fez este tratamento por muitos anos hoje ela esta muito bem.
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