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João Pessoa está mais triste. A tragédia ocorrida na Bica nos lembra, de forma brutal, a dor que nasce quando dois inocentes se encontram em circunstâncias que nunca deveriam existir. Há poucos dias, assisti a uma entrevista daquele jovem, depois de mais uma prisão. Era impossÃvel não notar seu sofrimento, seu olhar perdido, seu pedido silencioso por ajuda psicológica — ajuda que nunca chegou. Era um bom menino, mas não estava bem. Vivendo em um mundo que apenas o prendia, mas não o tratava, ele terminou invadindo a “prisão†de um animal que também não escolheu estar ali. A leoa apenas reagiu por instinto. Não há vilã nessa história. O erro não está no animal. O erro está em nós, seres humanos, que insistimos em retirar animais de seus habitats, aprisioná-los, expô-los como espetáculo e ainda esperar que se comportem como criaturas domesticadas. Isso sim é crueldade. Isso sim é irracionalidade. Lamento profundamente pela vida perdida. Pela dor de uma famÃlia que hoje chora, que hoje tenta entender o que poderia ter sido evitado se o cuidado tivesse vindo antes da punição. Ele não precisava de mais grades; precisava de acolhimento. No fim das contas, dois seres inocentes, um jovem em sofrimento e um animal privado da liberdade, se cruzaram, e o resultado foi devastador. E a grande verdade é que vivemos numa sociedade que adora campanhas, cores e slogans… mas que continua falhando em oferecer cuidado real, polÃticas públicas reais e humanidade real. Que essa tragédia nos faça olhar para o que realmente importa. Que nos ensine a cuidar antes do colapso, a tratar antes da queda, a proteger antes que seja tarde.