História de Aline Pereira tomou conta da internet nesta semana e pode virar filme; religiosa foi acusada anonimamente de maus-tratos
A história da brasileira Aline Pereira Ghammachi, de 41 anos, viralizou na última semana. Ela, que ficou conhecida como a "freira bonita e jovem demais", foi demitida do cargo de madre-abadessa do Mosteiro San Giacomo di Vegli, na Itália, após ser denunciada anonimamente por maus-tratos.
A religiosa nega as acusações e diz ser vítima de uma perseguição. À imprensa internacional, ela relatou que foi denunciada pela primeira vez em 2023, quando uma carta anônima enviada ao papa Francisco dizia que ela "destratava e manipulava as irmãs do mosteiro" e "ocultava o orçamento do local". O caso foi arquivado por falta de provas.
Meses depois, o caso foi reaberto, segundo a freira, a pedido do frei Mauro Giuseppe Lepori. De acordo com Aline, o abade-chefe da ordem que dirige o mosteiro teria dito várias vezes que ela era "bonita e jovem demais" para ser abadessa, ou mesmo para ser freira. "Falava em tom de piada, rindo, mas me expôs ao ridículo", contou a freira.
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Meses depois, o caso foi reaberto, segundo a freira, a pedido do frei Mauro Giuseppe Lepori. De acordo com Aline, o abade-chefe da ordem que dirige o mosteiro teria dito várias vezes que ela era "bonita e jovem demais" para ser abadessa, ou mesmo para ser freira. "Falava em tom de piada, rindo, mas me expôs ao ridículo", contou a freira.
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A nova líder assumiu o cargo no dia 21 de abril, o mesmo da morte de Francisco. Segundo Aline, ela disse que estava lá em nome do pontífice. "Isso aconteceu num dia de luto para a Igreja, e num dia em que nós não poderíamos recorrer a ninguém. Chega essa comissária e se diz representante de uma pessoa que não existe mais", disse a freira.
Fonte: Portal IG