Entre o silêncio do matagal e o brilho dos faróis, a coluna Na Mira acompanhou o ritual da Devoradora de homens, um fenômeno do sexo grátis
Um episódio incomum registrado no Distrito Federal ganhou repercussão após relatos sobre uma mulher que estaria protagonizando encontros íntimos em uma área de matagal na região do Polo JK, em Santa Maria. O caso foi acompanhado por uma reportagem que descreve a movimentação frequente de homens no local, especialmente durante o período da noite.
Segundo as informações, a área, normalmente silenciosa e voltada a atividades industriais, passa por uma transformação ao anoitecer. O espaço afastado e com pouca iluminação se torna ponto de encontro para práticas íntimas ao ar livre, com a presença de uma mulher que teria se tornado conhecida entre frequentadores da região.
De acordo com os relatos, a dinâmica acontece de forma espontânea, sem cobrança de dinheiro, o que diferencia a situação de outras práticas comuns em áreas urbanas.
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A mulher, descrita como alguém que mantém anonimato e não revela identidade, seria o principal atrativo, reunindo diversos homens no mesmo local em um curto espaço de tempo.
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A movimentação costuma ocorrer à noite, quando veículos começam a chegar e os faróis iluminam parcialmente o ambiente. A presença de outras pessoas organizando ou observando a situação também foi mencionada, indicando que existe uma espécie de “controle” informal para evitar conflitos ou situações de risco.