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''Falsianes'' do Cras: quem são os presos e as foragidas por golpe no Distrito Federal
Foto: Reprodução/Internet

Karla Kristiny da Silva, 31, e Anna Cibelle e Silva Negrão, 39, são procuradas por aplicar golpes em idosos

A 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) prendeu dois homens durante a segunda fase da Operação Apate. A quadrilha (foto em destaque) é investigada por dar golpes da cesta básica, especialmente contra idosos, no Distrito Federal. Duas mulheres estão foragidas.

 

Com a análise do material apreendido, ficou constatado que a organização atuava no Distrito Federal e em Uberlândia (MG). No entanto, os mandados foram cumpridos no DF – em Samambaia, no Recanto das Emas e no Guará.

 

Veja quem são os presos e as duas mulheres que estão sendo procuradas:

 

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Giuseppe de Mendonça Ferreira, 35 anos. Marido de Bianca Kelly, ele comprava as cestas básicas e recebia via Pix os valores pelos “serviços”;
Karla Kristiny da Silva, 31, e Anna Cibelle e Silva Negrão, 39, eram golpistas e se passavam por funcionárias do Cras; e
Márcio José Gomes de Oliveira, 37, repassava dados pessoais e financeiros das vítimas ao restante do grupo.

 

Márcio e Giuseppe foram presos, enquanto as duas mulheres ainda são procuradas. Qualquer informação sobre o paradeiro delas deve ser repassado à Polícia Civil pelo telefone 197.

 

Em fevereiro deste ano, os investigadores da 15ª DP prenderam cinco suspeitos: Bianca Kelly Santos Rodrigues, 29 anos; Vanessa Carvalho de Santana, 31; Stephanie Cristina Cruz Silva, 27; Rafael Lira de Araújo, 33; e Lucas Gabriel de Oliveira Queiroz, 28.

 

O golpe começava com a participação de duas mulheres, que se passavam por servidoras do Centro de Referência de Assistência Social (Cras);

 

As investigadas visitavam as casas das vítimas e informavam que a família havia ganhado uma cesta básica;

 

Para receber as cestas, as golpistas coletavam dados pessoais das beneficiadas e tiravam fotos dos rostos delas;

 

Com essas informações, as investigadas abriam contas bancárias nos nomes das vítimas, para contratar empréstimos;

 

Em seguida, faziam transferências bancárias para contas de outros integrantes do grupo criminoso.

 

Todos os investigados foram indiciados pelo crime de organização criminosa e podem ser condenados a até 8 anos de prisão.

 

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Os criminosos ainda responderão pelos crimes de estelionato dos quais tiverem participado, e a pena para cada um dos delitos pode chegar a 10 anos de prisão, por terem envolvido vítimas idosas.

 

Fonte: Metrópoles

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