Um homem que passou 505 dias como refém do grupo Hamas relatou os momentos de sofrimento extremo vividos durante o período em cativeiro, incluindo fome, violência e constante medo de morrer.
Em entrevista exibida pelo programa Fantástico, o ex-refém afirmou que era frequentemente privado de comida, descrevendo situações em que chegava a ficar longos períodos sem se alimentar. Segundo ele, a fome era utilizada como forma de pressão psicológica pelos sequestradores, agravando ainda mais as condições já precárias em que era mantido.
O homem também contou que viveu sob ameaça constante e em condições degradantes, com restrições severas de movimento e contato com o mundo exterior. Relatos semelhantes de outros reféns indicam que vítimas chegaram a ser mantidas em túneis, muitas vezes acorrentadas e submetidas a maus-tratos físicos e psicológicos.
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Sequestrado durante os ataques de 7 de outubro de 2023, ele foi mantido na Faixa de Gaza por mais de um ano, período marcado por incerteza e sofrimento contínuo. Após a libertação, passou a compartilhar a experiência como forma de denunciar as condições enfrentadas pelos reféns e cobrar ações para a liberação de outras vítimas ainda em cativeiro.
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O caso reforça o impacto humanitário do conflito e evidencia os traumas enfrentados por sobreviventes após longos períodos de sequestro.