Fisiculturista revelou que chegou a ficar mais de 80 horas sem ingerir alimentos e causou espanto nas redes sociais
Referência no fisiculturismo e atualmente “aposentado” da vida de atleta, Chris Bumstead, o CBum, revelou que chegou a passar 80 horas sem ingerir nenhum tipo de alimento, consumindo apenas água e sal por mais de três dias. A revelação do jejum prolongado foi feita através das redes sociais.
Segundo o fisiculturista, a decisão foi motivada por um desejo pessoal: "Era algo que sempre quis fazer". Ele explicou que acreditava nos benefícios à saúde dessa prática. Após as 80 horas de jejum, sua primeira refeição foi composta por quinoa e coxas de frango.
“Eu estava cansado e com fome o tempo inteiro, mas me senti muito relaxado. Todo mundo me perguntou por que fiz isso. É bom para muitas coisas: seu sistema imunológico se regenera completamente, 72 horas trazem benefícios para a saúde, tem efeito anticancerígeno, reduz inflamações… muitas coisas boas”, declarou.
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Fora dos palcos onde conquistou seis títulos na categoria Classic Physique, no principal evento do fisiculturismo mundial, o Mr. Olympia, CBum anunciou sua aposentadoria após vencer a edição de 2024 da “Copa do Mundo do fisiculturismo”. Agora, o canadense de 30 anos está focado em mostrar seu estilo de vida, com rotinas de treino e dieta. Após o Olympia, ele ainda competiu na categoria Open no torneio profissional Prague Pro 2024, na República Tcheca, ficando com a segunda colocação.
O ex-atleta também revelou, em seu canal do Youtube, que recentemente enfrentou uma condição intestinal. Bumstead contou que desenvolveu a chamada síndrome do intestino permeável. Segundo ele, a condição surgiu após anos de dietas rigorosas adaptadas para o alto rendimento esportivo.
O intestino permeável ocorre quando as paredes intestinais se tornam enfraquecidas devido ao estresse ou alimentação restrita, permitindo a passagem de resíduos indesejados para a corrente sanguínea, o que pode causar inchaço, baixa energia e outras complicações. Essa condição também pode favorecer o crescimento excessivo de cândida, levando a infecções.
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Durante sua carreira como atleta, a ideia de ficar 80 horas sem comer seria praticamente impensável. Afinal, o consumo constante de nutrientes era essencial para a manutenção e o desenvolvimento da massa muscular ideal para as competições.
Fonte: Metrópoles