María Fernanda Espinosa disputa comando das Nações Unidas a partir de 2027 e pede reformas mais ambiciosas para a organização
A equatoriana María Fernanda Espinosa, uma das candidatas ao cargo de secretária-geral da ONU, afirmou que a possibilidade de uma mulher assumir pela primeira vez o comando da organização representa uma “questão de justiça histórica”.
A declaração foi feita em meio ao avanço da disputa pela sucessão de António Guterres, prevista para ser definida ao longo de 2026. Espinosa defende que o momento é decisivo para o futuro das Nações Unidas e que a escolha deve refletir mudanças globais e maior representatividade de gênero.
Ex-ministra das Relações Exteriores do Equador e ex-presidente da Assembleia Geral da ONU, Espinosa já vinha atuando em temas ligados à diplomacia internacional e políticas de desenvolvimento. Agora, ela tenta ampliar apoio entre países-membros com um discurso centrado em reforma institucional e equilíbrio entre regiões do mundo.
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Segundo a candidata, a ONU precisa se tornar mais eficiente e próxima da realidade dos países, mas sem perder seu papel de mediação em conflitos internacionais. Ela também destaca que a liderança feminina na organização seria um marco simbólico após 80 anos de existência sem uma mulher no cargo mais alto.
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A disputa pela Secretaria-Geral reúne outros nomes fortes da América Latina, Europa e África, e deve ganhar força nos próximos meses com novas rodadas de articulações diplomáticas.