Em entrevista, jogador também comentou sobre a chegada de Ancelotti e o empate do Brasil com o Equador nas Eliminatórias da Copa
O atacante da Seleção Brasileira, Richarlison, voltou a jogar com camisa amarela após mais de um ano e meio devido à lesões. Nesse retorno, o jogador comentou sobre o ciclo conturbado que o Brasil vive desde o fim da Copa de 2022 e afirmou que antes o "fora de campo estava uma bagunça".
"É difícil falar, porque não foi só o Dorival. Também passaram o Diniz, o Ramon Menezes, e sabemos a turbulência que estava a Seleção. Fora de campo estava uma bagunça. Querendo ou não, isso nos afetava dentro de campo", disse Richarlison, em entrevista ao portal ge, publicada nesta segunda-feira, 9.
"Sei lá, esse meio político da CBF [Confederação Brasileira de Futebol] e tudo mais, a imprensa atacava todo mundo, era uma bagunça danada, o treinador não tinha tempo para trabalhar. Creio que agora deu uma mudada, o Mister vai ter um pouco mais de tempo e é isso.
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Eu estava machucado, doido para estar aqui e ajudar, mas naquele momento eu não poderia fazer nada. Era muita coisa envolvida em torno de nós, jogadores. Era difícil estar disputando os jogos", acrescentou o atacante.
CHEGADA DE ANCELOTTI
Richarlison também destacou que "ficou feliz" com a chegada de Carlo Ancelotti à Seleção. Foi com o treinador que o atacante viveu suas melhores temporadas na Europa.
"Minha melhor temporada foi com ele no Everton. Montamos um bom time, fazia não sei quantos anos que não ganhavam do Liverpool na casa deles e conseguimos. Foi uma experiência com muitos gols para mim. Fiquei feliz com a chegada de um cara vencedor e que tem tudo para vencer na Seleção também."
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Ele ainda contou que o diferencial de Ancelotti é a amizade com os jogadores. "No dia a dia, se você fica de lado, ele já chega resenhando, conversando, e sempre nos ensinando também. Nos chama na salinha para conversar, na época de Everton eu já tomei muito esporro, mas é um treinador vencedor e espero que seja feliz com a camisa da Seleção."
Fonte: Terra