A investigação revelou um cenário de violência e intimidação sistemática, levando a Polícia Civil a cumprir o mandado de prisão preventiva contra o agressor, que trabalhava como balconista no município.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por intermédio da 74ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Borba, efetuou na última segunda-feira (20) a prisão de um homem de 25 anos, investigado pela prática de estupro qualificado contra duas irmãs gêmeas de 15 anos. A ação policial ocorreu no Centro da cidade, local onde o suspeito exercia sua atividade profissional em uma drogaria.
De acordo com as apurações conduzidas pela equipe do delegado Peterson Mello, o abuso ocorreu no dia 22 de janeiro deste ano. O investigado, que residia na vizinhança das adolescentes, monitorava a rotina da casa. Ao notar que as irmãs estavam desacompanhadas, ele invadiu o imóvel.
O delegado informou que o agressor utilizou força física desproporcional para subjugar as vítimas. Exames e relatos indicaram que, durante o ato criminoso, uma das adolescentes sofreu agressões físicas, resultando em lesões corporais visíveis. A denúncia foi formalizada na unidade policial após a avó das vítimas tomar conhecimento dos fatos e buscar proteção para as netas.
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O impacto psicológico sobre as vítimas foi agravado por um episódio de perseguição ocorrido em março. Segundo a autoridade policial, o suspeito abordou uma das jovens em via pública e proferiu ameaças diretas, em uma clara tentativa de intimidá-la para evitar que o caso avançasse ou que houvesse novas denúncias.
Diante da gravidade dos fatos, da periculosidade demonstrada pelo suspeito e da necessidade de resguardar a integridade das vítimas, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do investigado, medida prontamente deferida pelo Poder Judiciário.
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Após a localização e prisão no estabelecimento comercial onde trabalhava, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado (quando resulta em lesão corporal grave ou quando praticado contra vulneráveis, dependendo da tipificação penal aplicada ao caso específico) e permanece à disposição da Justiça, aguardando os trâmites do processo criminal.
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