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'Mafiosa glamour': jovem conhecida como 'dama do crime' presa por ligação com o PCC mantinha loja de roupas; conheça
Foto: Reprodução

Guerra de facções no Tocantins em 2023 deu início a investigação que mostrou elo com grupo paulista responsável por enviar drogas e armas pelo transporte rodoviário

Dona de um loja online de roupas, Lúcia Gabriela Rodrigues Bandeira, de 25 anos, conhecida como "Dama do crime", foi um dos alvos da Operação Asfixia, desencadeada pela Polícia Civil do Tocantins nesta terça-feira. Ela é apontada pelas investigações como uma das principais intermediárias entre traficantes da região e membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo.

 

Gaby Bandeira, como ela se identificava nas redes, foi presa pela primeira vez em junho de 2024, após policiais encontrarem R$ 300 mil em drogas armazenadas dentro de uma casa usada por ela. Em seguida, no entanto, a suspeita conseguiu um habeas corpus por ser mãe de um filho de 4 anos e acabou solta.

 

No entender da polícia, após ser liberada, ela debochou das autoridades em uma publicação nas redes sociais. Na gravação, compartilhada em um story no Instagram, ela aparece ao som de uma música que diz: "Acharam que eu estava derrotado / Quem achou estava errado / Eu voltei, estou aqui".

 

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''Dama do crime'': quem é a chefe de grupo ligado ao PCC?

Em dezembro, Bandeira voltou a ser presa pela Polícia Civil na operação Lady's Fall juntamente com outras 11 pessoas. A investigação da Operação Asfixia, deflagrada nesta terça-feira, mostrou que a "Dama do crime", como ela era chamada dentro da organização, era a responsável por fazer a ponte entre traficantes do PCC em São Paulo e os responsáveis por vender a droga em diferentes pontos do estado.

 

Mesmo após ser presa pela primeira vez, ela seguiu nesse posto de gerente. Ela deverá ser indiciada por organização criminosa — explica ao GLOBO o delegado Alexander Costa, da Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil do Tocantins. — Apresentamos elementos que mostram não se tratar de meros traficantes. É algo bem engendrado, organizado, com hierarquia e um comando.

 

A suspeita é dona de uma loja de roupas cujo estilo é definido como "mandraka, moda gringa, moda blogueirinha" na cidade de Paraíso. Em alguns vídeos, ela aparece na frente da imagem de uma '"mafiosa glamour", conforme indica um letreiro. Veja abaixo:

 

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Segundo o delegado Alexander Costa, não há indícios, até o momento, de que o estabelecimento comercial tenha sido usado para lavar dinheiro do tráfico. Os advogados da jovem não foram localizados pelo GLOBO. Ao canal de televisão TV Anhanguera, a defesa da suspeita disse estar apurando informações sobre as novas acusações e que irá se pronunciar sobre o caso em breve. 

 

Fonte: Extra

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