O Ministério Público do Amazonas abriu um inquérito civil para apurar possíveis danos ambientais causados por pesca predatória em lagos localizados em uma aldeia indígena em Tefé, no interior do estado.
A investigação envolve os lagos do Catuá e do Taruá, situados na Reserva Extrativista Catuá-Ipixuna, onde está a aldeia Nossa Senhora de Fátima. Segundo o MP, há indícios de exploração ilegal de recursos pesqueiros em uma área protegida, o que pode configurar crime ambiental.
De acordo com o órgão, a prática compromete o equilíbrio ecológico da região e afeta diretamente comunidades indígenas e ribeirinhas, que dependem da pesca artesanal para alimentação e sustento.
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Como parte das medidas, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas foi acionado para realizar uma vistoria técnica no local, com produção de laudo, registros fotográficos e coleta de depoimentos de moradores.
A Polícia Civil também deve instaurar inquérito para investigar o caso, enquanto outros órgãos ambientais e municipais foram chamados a fornecer informações técnicas que auxiliem na apuração.
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Segundo o MP, a investigação pode resultar em ações judiciais, acordos ou recomendações para reforçar a fiscalização ambiental na região e evitar novos casos de exploração ilegal.