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'Não acredito que o brasileiro queira ser atendido por um enfermeiro formado 100% à distância', diz Camilo
Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Camilo Santana, rebateu críticas de deputados de oposição que acusam o governo de agir com “preconceito” ao editar o decreto que restringiu cursos EAD em faculdades e universidade do país.

 

Santana disse que há uma grande diferença entra a qualidade dos cursos presenciais e à distância e pontuou que nenhum brasileiro gostaria de ser atendido por um profissional de enfermagem com formação 100% on-line. Camilo Santana participa nesta quarta-feira de audiência na Comissão de Eduacação, na Câmara dos Deputados.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira um decreto com a Nova Política de Educação à Distância. O documento proíbe os cursos de graduação de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia nessa modalidade.

 

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— Eu não acredito que o brasileiro queira ser atendido por enfermeiro formado 100% a distancia. Precisa ter laboratório, professor. Há uma grande diferença na qualidade dos cursos EAD para os cursos presenciais — afirmou o ministro.

 

A deputada do partido Novo, Adriana Ventura (SP), acusou o ministro de agir com preconceito ao editar o decreto, já que a maior parte dos alunos EAD são de baixa renda e que o aumento da frequência presencial irá encarecer as mensalidades dos cursos.

 

— Vocês estão tentando destruir o EAD. O aluno no polo, presencialmente, não quer dizer nada. É um decreto elitista, resultado de pressões de sindicatos — disse Ventura.O ministro da Educação negou qualquer atitude preconceituosa e disse que o governo não atua com coloração partidária.

 

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— Não tem preconceito com EAD. Se tivesse, teríamos revogado a portaria anterior no primeiro dia. Houve um crescimento do EAD no Brasil e não tinha nada que regulamentasse. Para mim, não interessa a cor do partido. Ao contrário do governo passado, que nunca me recebeu quando eu era governador. Para eu receber dinheiro no Ceará, precisei entrar com uma ação no STF — argumentou o ministro.  

 

Fonte: O Globo

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