Empresária afirma que a exposição sem consentimento ainda causa dor e que o assunto se tornou mais sensível após a maternidade
A empresária e socialite Paris Hilton, de 44 anos, voltou a falar sobre o impacto emocional do vazamento de um vídeo íntimo que envolvia seu nome no início dos anos 2000. Segundo ela, a exposição indevida continua sendo uma experiência difícil de superar e deixou marcas profundas que a acompanham até hoje.
Em entrevista à revista Us Weekly, Paris afirmou que a quebra de confiança foi um dos aspectos mais dolorosos do episódio. “Confiar em alguém e ter essa confiança violada daquela forma foi devastador. É algo que vai me assombrar para o resto da vida”, declarou. O vídeo, gravado com seu então namorado, o jogador de pôquer Rick Salomon, foi amplamente divulgado sem o consentimento dela.
Questionada sobre um possível diálogo com o ex-companheiro a respeito do ocorrido, a empresária foi direta ao afirmar que nunca conversou com ele sobre o assunto e que não pretende fazê-lo.
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Atualmente mãe de Phoenix, de 3 anos, e London, de 2, frutos do casamento com o empresário Carter Reum, Paris revelou que ainda não sabe como irá abordar o tema com os filhos no futuro. “Como mãe, pensar nisso me deixa ainda mais triste. Eu era muito jovem, tinha apenas 19 anos, e vivi tudo aquilo de forma extremamente pública, sendo julgada o tempo todo”, desabafou.
Além do trauma relacionado ao vídeo íntimo, Paris também tem usado sua visibilidade para relatar abusos sofridos durante a adolescência. Recentemente, ela contou que foi vítima de violência física e sexual em internatos por onde passou, além de ter sido obrigada a tomar medicamentos sem indicação médica. Ao todo, frequentou quatro instituições juvenis com a autorização dos pais.
Hoje, a empresária atua ativamente na defesa do bem-estar infantil nos Estados Unidos. Em depoimento à Sky News, ela afirmou que experiências desse tipo geram uma sensação profunda de vergonha, que acaba silenciando vítimas por muitos anos.
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Segundo Paris, a repercussão de seu relato foi surpreendente e positiva. “Recebi uma onda de apoio. Milhares de sobreviventes entraram em contato dizendo que nunca tinham sido acreditados e que minha história ajudou suas famílias a enxergarem a verdade”, afirmou.