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Crime foi mais monstruoso do que se imaginava! Gil Romero confessa que abriu barriga de Débora com uma faca, arrancou o bebê e jogou no rio
Foto: Divulgação

Gil Romero confessou que matou Débora, abriu a barriga da jovem com uma faca, tirou o bebê e levou para jogar no rio entre Manaus e o Careiro

Ao mesmo tempo em que Ana Júlia se entregava e era apresentada no começo da tarde desta quinta-feira, 10, na Delegacia Geral da Polícia Civil do Amazonas, o marido dela Gil Romero, prestava depoimento e confessava que colocou o bebê em um saco plástico e jogou no rio Negro, na travessia entre Manaus e o município do Careiro.


A informação foi divulgada e o delegado titular da DEHS, Ricardo Cunha, também confirmada que já havia designado uma equipe de investigação para ir ao local onde o corpo do bebê Artur Vinícius foi jogado por Gil Romero, após ser arrancado da barriga da mãe Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos.


De acordo com a delegada Debora Barreiros, no depoimento que prestou após sua prisão no Pará e se trazido para Manaus, Gil Romero, confessou participação direta na morte de Débora e que foi ele mesmo quem retirou o bebê da barriga de Débora, que já estava morta e queimada.

 

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Após a atrocidade Gil colocou o bebê em um saco, levou em seu carro até o porto da Ceasa, na Zona Sul, estacionou, pegou um mototáxi, depois fretou um canoeiro para atravessar para o município do Careiro e na metade da viagem, jogou o corpo da criança no meio do rio.

 

Gil Romero acusou "Nego" de participar com ele

de todas as perversidades praticadas durante 

 o assassinato de Débora da Silva


Se ainda existia alguma esperança do bebê de Débora ainda estar vivo, com o depoimento de Gil Romero, essa possibilidade que já era mínima, deixou de existir completamente, de acordo com a delegada, que detalhou os fatos na entrevista coletiva realizada na Delegacia Geral no começo da tarde de hoje.


Outro detalhe cruel do depoimento de Gil Romero, de acordo com a delegada, foi que ele disse que matou a jovem de 18 anos, com ajuda de “Nego”, por enforcamento com uma corda, cortaram os pés, colocaram o corpo no camburão e depois atearam fogo.


A ideia macabra de abrir a barriga de Débora para retirar o bebê depois de morta, foi do próprio Gil, que usou uma faca de uso em seu local de trabalho, uma usina localizada na Comunidade Parque Mauá, bairro do Mauazinho, Zona Sul de Manaus.

 

Através do depoimento de Gil Romero a polícia

descreve o assassinato da jovem de uma forma

extremamente brutal (Fotos: Divulgação)


A partir desse depoimento em que o vigilante de 41 anos detalhou toda a crueldade praticada com a jovem que estava grávida dele mesmo, os próprios delegados Ricardo Cunha e Débora Barreiros, como também às equipes de investigação da DEHS, se disseram assombrados diante de tal confissão.

 

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Uma das equipes está em diligências no local onde Gil Romero disse ter jogado o corpo do próprio filho, na travessia do porto da Ceasa para o município do Careiro e em uma nova coletiva no final da tarde, mais detalhes desse crime macabro, deverão ser divulgados pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
 

 

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