Dona Maria de Fátima viveu oito anos com a ajuda de um cilindro de oxigênio para respirar. Ela precisava de ajuda nas tarefas mais simples do dia a dia, mas tudo mudou em 2023 depois de um transplante.
Ela conta ao Fantástico que queria dar conta de fazer o básico. “Para dormir, para tomar banho, para comer.
Até para comer eu cansava. Eu cansava com tudo, eu não conseguia pegar um negócio no chão”, conta Maria.
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Maria tinha uma doença: bronquiectasia. Para ela, um novo pulmão era o único caminho.
No dia 19 de dezembro de 2022, o médico Paulo Fernandes operou Maria. Um mês depois da cirurgia, a paciente transplantada de pulmão de número 500 do Incor, em São Paulo – começava a ressurgirEnquanto ela se fortalecia, voltou a ser internada.
Precisou ajustar a medicação por causa de uma rejeição do novo pulmão. E venceu mais essa.
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A nova Maria sabe o valor de cada passinho, toda vez que sai de casa. Hoje ela celebra liberdade de nunca mais depender de um cilindro de oxigênio.
Fonte: G1