Sede da Associação da Produção do Ramal Brasileirinho. O incidente ocorreu nas proximidades
Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Um grupo de pessoas tentou agredir no último sábado (18), a presiente da Assocaiçaõ da Produção do Ramal Brasileiinho, na Zona Leste de Manaus. A vítima não teve a identidade revelada devido as ameaças atribuídas aos agressores, já identificados como não moradores da comunidade.
A líder rural, por vota das 14h, do último sábado 18, se deslocava de mais um dia de atividade na cidade quando, repentinamente, teve seu veículo fechado por outras pessoas que a desatacaram e a agrediram com palavras de baixo calão. No calor da agressão, foii acusada de “não fazer nada pela pavimentação da estrada e de não exigir providências da Prefeitura”.
Dea cordo comr elatos srecebidos pelo “PORTAL DO ZACARIAS”, os agressores abandonaram o local apósintervenção de moardores do local e que, também, retornavam das vendas de seus produtos na cidade. A manifestação no ponto de agredi-la com os mesmos murros, socos e pontapés que desferiam no veículo que a vítima dirigia no momento da tentativa de agressão.
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QUEM SÃO OS AGRESORES
Os agresores foram identirficados como pessoas que nos finais de semana se dirgem às chácaras, sitios e casas de eventos alugadas a visitantes oriundos da cidade de Manaus que, de quando em vez, “participam de festas barulhentas ao longo do ramal” quase todos os finais de semana.
Situação semelhante foi identificada entre os agressores da vítima declarados opositores, familiares e ex-candidatos apoiados por um deputada estadual derrotados pela chapa vencedora da última eleição à diretoria da Associação da Produção do Ramal Brasileirinho, uma entidade vinculada do Conselho de Desenvolvimnento Rural Sustental do Município de Manaus (CMDR-S).
Para fechar os procedimentos cabíveis sobre os fatos ocoridos no sábado (18.03) - que quase vítimaram a presidente da entidade - o registro policial, nesse sentido, será feito nesta segunda-feira (20.03), na 30ª Delegacia de Polícia Interativa (30ª), uma vez que a vítima teria sido informada que o expediente se encerraria às 14h nos finais de semana.
A atitude de agressão à lider rural, ainda no sábado 18, foi reprovada e recebeu por parte da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Agricultura Familiar (Fetagri-AM) “ampla, geral e irrestrita solidariedade, também, da presidente da entidade, a sindicalista Edjane Rodrigues’, informou membro da Comissão de Luta Em Defesa dos Direitos dos Avilcutores,Agricultores e Agricultoras do Ramal do Brasileirinho.
O “PORTAL DO ZACARIAS” teve acesso à parte dos anais de espediente encaminhados ao Poder Público (Municipal, Estadual e Federal) sob a Associação da Produção do Ramal do Brasileirinho. A entidade obteve várias benfeitorias, programas de incentivo à produção, correção de pontos criticos ao longo dos 14 quilômetros da estrada, além da manutenção do sistema de iluminação e segurança dos moradores.
Por conta do inverno rigoroso, a estrada vem sofrendo com chuvas torrenciais, o que tem prejudicado fluxo e refluxo de pesdestres e veículos no leito e nass laterais da estrada (principalmente nos finais de semana) e tem atingido benfeitorias já realizadas em todo ramal, sobretudo com relação à formação de novos e ampliação de antigos buracos, no que já foram feitas váriass incursões para que a manutenção, preservação e conservação da estrada seja mantida em condições de tráfego.
MISSÃO CUMPRIDA
Agricultores e agricultores que integram o “Cinturão Verde” do Ramal do Brasileirinho , na condição de primeiro Pólo de Desenvolvimento Rural Sustentável do Municipio de Manaus, tem tido nas últimas décadas papel de destaque na criação, produção, comercialização de produtos hortifrutigranjeiros in natura, segundo pequenote.
Especificamente, os pequenos agricultores e agricultoras do Ramal do Brasileirinho fincado em terras da União na Zona Leste desta Capital, nas últimas décadas, têm se inserido na cadeia produtiva com apoio da Prefeitura de Manaus e Governo do Estado. Com esse avanço, segundo analistas independentes, “obtiveram maior projeção no mercado local com a comercialização de produtos e animais não tóxicos”.
- Talvez, por manterem essa tradição viva da cultura amazônica e, especialmente, de Manaus, os cartéis da agropecuária os venham combatendo a partir de membros isolados das Casas Legislativas, afirmou o consultor João Roberto Soares, 50, ouvido pelo “PORTAL DO ZACARIAS".
Historicamente, reafirmou que a Secretaria Estadual de Produção Rural (Sepror) na gestão do ex-governador Gilberto Mestrinho teve sucesso com financiamento direto a pequenos criadores e de horticultura com a extinta Associação de Crédito e Assistência Rural - ACAR, que inclusive, contava com um quadro de Assistente Social para tratar diretamente com o produtor no campo. Além de engenheiros agrônomos,ambientais, biólogos, florestais e projetistas com acesso direto à Superintendência da Zona Franca de Manaus (ZFM-Distrito Agropecuário).
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Ele, apontou ainda que, “a fiscalização sob o comando de políticos no campo das operações apenas com o suposto foco no agronegóxico corporativo, “só ajuda a desacreditar as políticas públicas para o agronegócio, tipicamente, orgânico e protagonizado por pequenos criadores já incentivados pelo Estado e o Município de Manaus”.