Conrado Hübner Mendes, que se tornou o maior crítico do STF no país, lançou livro em que aborda a magistocracia brasileira
O professor Conrado Hübner Mendes se tornou o maior crítico do STF no Brasil. Ou, para ser mais preciso, do mundo judicial e do direito. O título foi conquistado aos poucos, desde 2018, quando começou a colaborar semanalmente, na extinta revista Época, com artigos em que apontava erros e incoerências de juízes, ministros, procuradores e, mais tarde, advogados.
O rentismo, as festas e encontros forçados entre juízes e julgados, o nepotismo advocatício, o filhotismo nos tribunais superiores, a Lava Jato: nessa entrevista à coluna, Hübner Mendes passa por diversos pontos que explora em “O discreto charme da magistocracia” (Todavia), coletânea desses artigos e de outros publicados desde 2011.
Veja também

Haddad vai propor taxação global dos super-ricos em reunião do G20
Polícia Federal prende homem com 5 kg de cocaína em cruzeiro na Baía de Guanabara
No livro, sobra para todo mundo, de Gilmar Mendes a Luís Roberto Barroso, de Sergio Moro a Deltan Dallagnol. As críticas, na maioria das vezes mordazes, são quase sempre precisas. Algumas, porém, às vezes parecem estar ali para o autor mostrar independência ao criticar a tudo e a todos. Para o papel a que se dispõe, é em parte saudável, mas arriscado, sob pena de não reconhecer acertos em meio a um Judiciário tão complicado como o nosso.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Fonte: Metrópoles