Disque Denúncia divulga, a partir deste sábado
As buscas pelo paradeiro de Luynara Elias Teixeira, de 10 anos, já completam uma semana e a mãe, Márcia da Silva Elias, segue lutando com a angústia, mas confiante de que vai reencontrar a filha. A menina desapareceu após sair para brincar e passear de bicicleta com amigos, a poucos metros de casa, no Parque Esperança, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no último dia 22 de dezembro.
— Eu creio que minha filha Luynara vai aparecer — pontua Márcia.
O Programa Desaparecidos do Disque Denúncia elaborou e divulga, a partir deste sábado (30), um cartaz para ajudar a obter informações sobre o paradeiro de Luynara. De acordo com a mãe, a menina vestia uma camisa do Flamengo, short jeans e chinelos na cor verde quando sumiu no trajeto de retorno para casa.
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Os colegas afirmam que ela chegou ser acompanhada, por um dos meninos que participava das brincadeiras, até determinado ponto, antes de desaparecer. Por volta das 21h30, a manicure estranhou a demora da filha e pediu ao filho, de 15 anos, para procurar a irmã. Sem informações, Márcia pediu apoio aos familiares, vizinhos e amigos, que iniciaram as buscas na região.
O desaparecimento foi registrado na 54ª DP (Belford Roxo), que encaminhou o caso para o Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), onde um inquérito foi instaurado. A Polícia Civil informou que a investigação segue em andamento, com testemunhas sendo ouvidas e diligências feitas para localizar a criança.
As buscas por Luynara continuam e a Delegacia de Homicídios da Baixada (DHBF) solicita a população que repasse informações sobre a localização da menina para o Disque Denúncia, de forma anônima, pelos seguintes canais:
'FOI O PIOR NATAL DO MUNDO'
Márcia segue não consegue dormir desde que a menina desapareceu no último dia 22, só com a ajuda de remédios. Este ano, conta a manicure, a família da criança não teve ânimo para comemorar o Natal:
— Foi o pior Natal do mundo. Meu pai veio aqui e levou a minha outra filha para a casa dele porque ele ficou com medo de deixá-la aqui e acontecer a mesma coisa. Eu só consigo dormir tomando remédios, não tenho paz. Quero a minha filha de volta, quero que devolvam ela. Acabaram com a minha família, nós nem tivemos Natal. Eu comprei uma roupa de presente e ela nem chegou a usar.
A mãe da menina ainda informou que algumas pessoas da região afirmaram que chegaram a ver Luynara depois das 22h andando sozinha.
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— Uma conhecida minha disse que chegou a perguntar o que ela estaria fazendo tão tarde na rua, mas ela só disse que "iria ali" — relata Márcia da Silva.
Fonte: Extra