Em discurso ao lado de líderes ocidentais, presidente Volodimir Zelensky diz que conflito deve terminar com uma “paz justa”
O presidente Volodimir Zelensky afirmou neste sábado (24/02), dia em que a guerra na Ucrânia completa dois anos, que o país vencerá os invasores russos, apesar dos avanços recentes das tropas de Moscou e da redução do apoio ocidental.
“Qualquer pessoa normal deseja que a guerra termine. Mas ninguém permitirá o fim da Ucrânia”, declarou o líder ucraniano, antes de enfatizar que a disputa deve terminar nos “termos” da Ucrânia e com uma paz “justa”.
O presidente ucraniano discursou ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que afirmou que a UE continua firme em seu apoio a Kiev.“Hoje estamos aqui para dizer que a Europa estará ao seu lado pelo tempo que for necessário, com mais apoio financeiro, mais munição, mais treinamento para suas tropas, mais defesas aéreas e mais investimentos no setor de defesa na Europa e na Ucrânia”, anunciou Von der Leyen.“Vocês salvaram seu país.
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Vocês salvaram toda a Europa. E hoje estamos aqui, procedentes de toda a Europa e do mundo, para prestar homenagem à sua valentia. Em terra, vocês expulsaram a Rússia da metade dos territórios que ela havia capturado. No mar, vocês expulsaram a frota russa e reabriram um corredor marítimo para o mundo. E no ar, suas defesas se tornaram incrivelmente eficazes. Vocês estão protegendo seu povo dos mísseis e drones russos. E, somente na última semana, vocês derrubaram sete caças russos”, enfatizou Von der Leyen.
Também compareceram ao evento os primeiros-ministros do Canadá, Justin Trudeau; da Itália, Giorgia Meloni; e Bélgica, Alexander de Croo; que visitam Kiev para expressar apoio ao país no aniversário de dois anos do conflito.
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Meloni presidiu em Kiev uma reunião virtual do G7 sobre a Ucrânia, que examinará uma nova série de sanções contra Moscou, depois das medidas anunciadas recentemente por Estados Unidos, UE e Reino UnidoA chefe de governo italiana também assinou com o presidente ucraniano um acordo bilateral de segurança, similar aos que Kiev anunciou nas últimas semanas com Reino Unido, Alemanha, França e Dinamarca.“A luz sempre prevalece sobre as trevas”, afirmou algumas horas antes o comandante das Forças Armadas ucranianas, general Oleksander Sirski.
Fonte: O Globo