O policial militar participou do Link Podcast, na quinta-feira (15/8), após soltura e abriu o coração sobre sua situação com a corporação
Dois dias depois de sair da prisão, Fellipe Villas falou sobre os momentos difíceis que passou em cárcere, de como reagiu ao saber da eliminação de A Grande Conquista e ainda contou que toda a confusão foi causada pela falta de atenção de seu advogado.
Em conversa com Bruno Tálamo, no Link Podcast, o ex-participante do reality da Record opinou sobre tudo o que aconteceu: “No meu entendimento, foi um mal-entendido. Quando eu fui para o reality, eu já estava com afastamento, com problemas psicológicos. E esse afastamento foi deixado com meu advogado. Quando ele protocolou, eu já estava no reality e ele ‘voou’ e não viu a marcação da junta, onde eu precisava estar senão ia contar como crime de deserção”, revelou.
E continuou seu relato: “No final, eu não tive conhecimento, não me avisaram no programa que estava acontecendo tudo isso aqui fora. E também tem uma cláusula no contrato da Record que, em casos médicos, o participante poderia sair. Então, eu tava contando com isso para poder participar da junta médica”, apontou.
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Em seguida, Fellipe Villas falou sobre a falha de seu representante: “Não tive dolo de ir para o programa sabendo que poderia acontecer isso. Eu tinha um plano que não deu certo por culpa, possivelmente, do meu advogado anterior, que ‘voou’ no prazo”, afirmou.
Questionado sobre o que sentiu ao receber a notícia da desclassificação, o militar desabafou: “Como se saísse do céu e fosse para o inferno em menos de um minuto. É uma angústia. Não hora você não consegue sentir raiva. Eu ainda falei com o [Rodrigo] Carelli [diretor do programa] ‘poxa, mas faltam 6 dias’. Ainda perguntei se ia perder tudo que ganhei, mas graças a Deus a Record foi muito justa e não perdi”, contou.
Apesar da liberação da cadeia, através de um habeas corpus, Fellipe Villas ainda não está com a situação definida perante à Polícia Militar: “Foi aberto um processo de deserção e tive prisão preventiva. O juiz militar negou o habeas corpus, mas meu advogado fez o pedido direto para o TJ [Tribunal de Justiça], o desembargador aceitou e fui solto”, declarou, antes de completar:

“Contudo vai ter uma audiência, onde vai ser julgado o caso. Posso ser ser exonerado da polícia, posso não ser, posso tomar uma punição. Mas dentro do que eu vejo acontecer, não são muitas pessoas exoneradas por conta disso. Ainda mais que não foi uma situação de dolo, eu não quis, eu estava num lugar vigiado 24 horas, todo mundo sabia onde eu estava. Não estava em di, destino ignorado”, pontuou.
Bruno Tálamo ainda quis saber se há a possibilidade de nova prisão: “Uma vez preso, só se eu cometer outro crime de deserção”, garantiu.

Fotos: Instagram/Reprodução
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Ao encerrar o assunto a respeito da prisão, Fellipe Villas ainda revelou que ficou com sequelas e ainda pensou em se matar: “Eu acho que o pior ainda está [acontecendo], que é o problema psicológico que vai criando. Tomo antidepressivo, ansiolítico. Depóis que saí da prisão, voltei ao psiquiatra e estou tentando tirar os remédios. Tava tomando 5. Lá dentro, até pensei em tirar minha vida. Tive uma crise de ansiedade e pensei em fazer uma besteira com o cadarço”, confessou.
Fonte: Metrópoles