O homem que não retornou da saidinha teria cometido ao menos três sequestros-relâmpago e um roubo desde a última quinta-feira (10/7)
Um homem foi preso pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (16/7) suspeito de cometer pelo menos três sequestros-relâmpago e um roubo desde a última quarta-feira (10/7) na zona sul de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ele era considerado foragido da Justiça após ter sido beneficiado com a saída temporária, a chamada “saidinha”.
Ele foi encontrado em um conjunto habitacional na própria zona sul após denúncia de um vendedor que sofreu um sequestro-relâmpago na região do Guaporé, na noite dessa segunda-feira (16/7). O criminoso levou o carro e cerca de R$ 30 mil da vítima.
O suspeito tentou fugir quando percebeu a chegada da polícia, mas confessou os crimes após ser detido, segundo o delegado Diógenes Santiago Netto.
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“Ele foi beneficiado com a saída temporária e não retornou. Ele é investigado devido ao modo de agir, com utilização de arma de fogo, colocar vítimas em porta-malas, fazer com que elas façam transferências via aplicativos bancários no final da noite na região da zona sul”.
O delegado afirmou ainda que, informalmente, o suspeito contou que teria participado de outros roubos e que os veículos foram vendidos. Um deles já teria sido recuperado pela polícia.
O caso foi registrado como captura de procurado e flagrante de roubo qualificado.
SEQUÊNCIA DE CRIMES
O primeiro caso ocorreu no final da noite de quarta-feira (10/7). Por volta de 23h30, um corretor de imóveis chegava em sua casa na Rua Coronel Luiz da Silva Batista, Jardim Irajá, zona Sul, quando foi abordado por dois homens que estavam em um carro. Eles renderam a vítima e foram com ela para uma estrada vicinal entre Serra Azul e Serrana, região metropolitana de Ribeirão Preto.
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Ainda pela Rodovia Abrão Assed (SP-330), obrigaram a vítima a efetuar duas transações via Pix, uma de R$ 600 e outra de R$ 40, sempre sob ameaças. O corretor foi deixado em uma plantação de cana e teve que andar por algumas horas até chegar à rodovia e conseguir socorro.
Fonte: Metrópoles