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Abbas, sob pressão por ataque a hospital, cancela encontro com Joe Biden
Foto: Reprodução

O presidente da Autoridade Palestina denunciou a matança no hospital cristão

O hospital que foi alvo de bombardeio em Gaza, que resultou na morte de 500 pessoas -- de acordo com o Ministério da Saúde local -- é mantido primordialmente por cristãos. Ele fica ao lado de um igreja batista.

 

Emissoras árabes, transmitindo ao vivo, mostraram cenas de palestinos em pânico carregando feridos nos braços até um hospital vizinho, o Shifa, cujos médicos e funcionários também se negaram a atender a ordem de retirada de Israel.

 

Eles alegam que não tem como transferir pacientes que estão sendo atendidos em UTIs ou bebês em incubadeiras, além de outros feridos em estado grave.

 

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Centenas de pessoas se abrigavam no entorno do hospital, acreditando que estavam seguras contra ataques de Israel.

 

A Al Jazeera, tv árabe baseada no Catar, mostrou cenas de corpos espalhados num pátio contíguo ao Hospital do Povo Árabe [Ahli Arab].

 

Milhares de pessoas saíram às ruas de Ramallah, na Cisjordânia, para protestar contra Israel e a Autoridade Palestina, conduzida por Mahmoud Abbas. Foram reprimidos pela polícia palestina.

 

Abbas chamou o episódio de "genocídio" e cancelou seu encontro com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que está a caminho do Oriente Médio.

 

Jeremy Corbin, ex-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, foi um dos primeiros a denunciar o ataque ao hospital nas redes sociais:

 

Que horror indescritível. Lamentaremos a perda deles para sempre. Os nossos líderes poderiam ter defendido a paz. Eles escolheram torcer pela guerra. Quando exigirão o fim destes atrozes crimes de guerra? Quantas vidas palestinas serão necessárias para dar fim a estas matanças indiscriminadas? Por favor, pelo bem da Humanidade, levante a sua voz por um cessar-fogo imediato. A existência do povo palestino está em jogo.

 

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse à Reuters tratar-se de algo "horrível, inaceitável".

 

O Egito condenou Israel pelo ataque, depois de ter anunciado, juntamente com a Jordânia, que não vai permitir que Israel pressione palestinos a sair em massa de Gaza.

 

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Antes mesmo do episódio, o governo de Israel havia pedido a seus cidadãos que se retirem da Turquia, temendo que se tornem alvo de ataques.

 

Fonte:Revista Fórum

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