A atriz Alessandra Maestrini avalia sua iniciativa de se declarar bissexual. Segundo Maestrini, ter falado da bissexualidade em 2014 foi muito importante para ela e para integrantes do movimento LGBTQIAP+.
"Eu ter falado da bissexualidade em 2014 foi muito importante para mim e para integrantes do movimento LGBTQIAP+. Hoje em dia, a gente vê muita gente se assumindo no meio artístico.
Na época, faz quase dez anos, eu disse isso numa capa de revista mesmo. Percebo que para atores já maduros e para mulheres costuma ser mais fácil falar de bissexualidade. Infelizmente, tem homem que vê como fetiche duas mulheres juntas.
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É mais difícil para o ator na fase do galã se assumir porque este, sim, quebra o status quo: tanto o do machismo tóxico quanto o do imaginário romântico feminino.
Hoje em dia, a gente vê muita gente se assumindo no meio artístico. Tenho consciência de que fui facilitadora deste processo, dentro e fora do mundo artístico", disse em entrevista ao jornal O Globo.
Segundo a atriz, há dez anos era mais difícil falar sobre o tema, sobretudo para atores considerados galãs. "Hoje, graças a Deus, está um pouco mais tranquilo, uma vez que o imaginário do público, especialmente o jovem, se expandiu".
Alessandra Maestrini estreará, neste mês, no CCBB do Rio, a peça "Kafka e a boneca viajante", com dramaturgia de Rafael Primot (autor da série "Chuva negra") e direção de João Fonseca.
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"Sigo recebendo e-mails e mensagens até hoje, agradecendo. E tenho orgulho. Quanto menos sozinho a gente se sente, melhor. Na verdade, quanto menos sozinho a gente se sabe, melhor", completou ao falar do carinho da comunidade LGBTQIAP+.
Fonte:Terra