Atriz e modelo refletiu por dois anos antes de abrir um perfil na plataforma de conteúdo adulto
"Fiquei refletindo por dois anos pensando se entrava ou não no OnlyFans. Conversei com minha família e namorado [o humorista Léo Lins] para saber o que eles achavam sobre isso, e sempre tive um grande apoio. Minha demora foi por dúvida do que isso poderia ou não agregar. Dinheiro não é tudo, temos vários outros pontos a analisar antes disso", reflete.
Aline conta que estava deixando de fazer o que queria por medo do preconceito, mas que estava disposta a quebrar tabus e ainda lucrar com isso.
"Entendi que foi, mesmo que inconscientemente, medo dessa sociedade hipócrita que dita regras fúteis com pensamentos e preconceitos retrógrados, que de maneira alguma cabem no século em que vivemos. Mas esse tempo foi necessário pra ter certeza da minha decisão. Então, decidi fazer a minha página no OnlyFans porque eu amo posar e ser fotografada. Acho a sensualidade uma arte, e isso me atrai absurdamente. Também por quebrar esse tabu de que mulher intelectual, bem-sucedida e chique não precisa e nem deve mostrar o corpo de uma forma sensual, ou automaticamente já estaria provando o contrário. Além disso, pelo incrível retorno financeiro", pontua.
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A modelo detalha seus ganhos com a produção de conteúdo na plataforma. "No meu primeiro dia, meu faturamento foi de R$ 150 mil. Depois de pouco mais de seis meses na plataforma, já cheguei a ultrapassar R$ 1 milhão", afirma.
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Formada em Artes Cênicas e com dois filmes no currículo, ela admite que ficou com receio de que sua entrada na plataforma pudesse atrapalhar sua carreira artística. "Depois de pesquisar quais eram os grandes nomes, celebridades e carreira de quem estava no OnlyFans, vi que ali estão mulheres decididas, inteligentes, gostosas de todas as formas e empoderadas. Elas decidem como posam, o que publicam e o quanto ganham por isso. Isso se torna símbolo de transgressão. Não acho que faça algum sentido minha carreira como atriz ser prejudicada por isso. Minha essência, caráter, talento ou inteligência não desaparecem a partir do momento que decido ser livre e ter minhas próprias escolhas de como vou ou não mostrar o meu corpo", acredita.
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Ela revela que, até o momento, não sentiu preconceito de nenhuma marca ou produtor de elenco. "Nunca aconteceu, porém não sabemos o que acontece nos bastidores. Isso realmente não me importa porque a marca que não me contratar por esse motivo vai querer alguém que pense totalmente igual a eles, então automaticamente não vou e nem quero me moldar e virar fantoche para caber dentro dessa caixinha", enfatiza.
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Fotos: Reprodução
Fonte: Quem