Moeda voltou a subir e teve alta de 10 centavos com relação ao real em apenas um dia, chegando a R$ 5,65
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elencou quais seriam, para ele, os motivos que levaram o dólar a subir tanto com relação ao real nos últimos dias. Em conversa com a imprensa na noite desta segunda-feira (1), logo após a moeda encerrar o dia valendo R$ 5,65, a maior cotação desde janeiro de 2022, Haddad disse que uma das razões para a disparada seriam "ruídos" na comunicação do governo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elencou quais seriam, para ele, os motivos que levaram o dólar a subir tanto com relação ao real nos últimos dias. Em conversa com a imprensa na noite desta segunda-feira (1), logo após a moeda encerrar o dia valendo R$ 5,65, a maior cotação desde janeiro de 2022, Haddad disse que uma das razões para a disparada seriam "ruídos" na comunicação do governo.
Haddad aponta, contudo, que o dólar deve se estabilizar e até mesmo registrar uma queda no valor com relação ao real na medida em que o governo anunciar indicadores econômicos positivos.
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“Vai acomodar, porque a hora em que esses processos se desdobrarem, isso tende a reverter, na minha opinião”, pontuou, citando como exemplo de "boa notícia" na economia, a ser anunciada, o aumento da arrecadação em junho. Entre outras razões que explicariam a disparada do dólar, segundo Haddad, estaria a expectativa do mercado financeiro sobre o anúncio de medidas de corte de gastos para o Orçamento de 2025.
Haddad se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (3) para tratar de assuntos econômicos e, entre eles, o Orçamento.Haddad foi questionado por jornalistas sobre o que o governo poderia fazer para conter a alta do dólar, ao que o ministro respondeu que essa é uma atribuição do Banco Central (BC).
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"Isso é assunto do Banco Central, e eles lá que sabem quando e como fazer. Então, é um assunto que cabe a eles decidir. Sempre é possível, porque está na governança do Banco Central. Age quando necessário, se necessário, se vai ser necessário ou não. Compete à diretoria do BC julgar", afirmou.
Fonte: Revista Veja