Na manhã desta quarta-feira (4), um grave incidente chocou estudantes e funcionários do Colégio CPI, uma escola particular localizada na Rua Pires de Castro, no centro de Teresina – Piauí.
Uma aluna, de aproximadamente 16 anos, disparou uma arma de fogo contra a cabeça de um colega, também adolescente, dentro do refeitório da instituição.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado imediatamente, prestando os primeiros socorros ao jovem, que foi levado em estado grave ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Segundo o diretor do hospital, Élio Rodrigues, o tiro atingiu a região da boca do estudante, que está sendo submetido a exames de tomografia e será avaliado por um neurologista para determinar a necessidade de cirurgia.
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CLIMA DE TENSÃO NA ESCOLA
O incidente gerou pânico entre os alunos e funcionários. Muitos saíram chorando, e os pais rapidamente foram ao local buscar seus filhos. Testemunhas relataram momentos de desespero após o som do disparo.
“Ouvi um barulho muito alto, parecia uma bomba. Todo mundo saiu correndo da sala”, contou uma estudante que preferiu não se identificar.As aulas foram suspensas, e o colégio ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
RELAÇÃO ENTRE OS ENVOLVIDOS E AS CIRCUNSTÂNCIAS DO DISPARO
Informações preliminares apontam que os dois adolescentes são namorados e cursam o segundo ano do ensino médio. Relatos de colegas indicam que a aluna levou a arma para a escola e, enquanto mostrava o objeto ao rapaz, o disparo ocorreu. A arma ainda está no local e será recolhida pela polícia para análise.
INVESTIGAÇÕES EM ANDAMENTO
Equipes da Força Tática do 1º Batalhão e da Rocan isolaram a escola, e o delegado Sérgio Alencar, do 1º Distrito Policial, já está no local para apurar os fatos. Ainda não há confirmação oficial se o disparo foi acidental ou intencional.
Estado de saúde da vítima no HUT, a situação do jovem é tratada como delicada. “Estamos realizando todos os esforços para estabilizar o paciente. Ele passará por exames e será avaliado para possíveis intervenções cirúrgicas”, informou Élio Rodrigues, diretor do hospital.
O caso levanta questões sobre segurança nas escolas e o acesso de adolescentes a armas de fogo, temas que deverão ser amplamente discutidos à medida que as investigações avançam.
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