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Aluna do SESI ganha destaque nacional com projeto sobre chuva ácida
Foto: Divulgação

A jovem Raquel Silva Cassiano, 16, conquistou o 2º lugar na Feproquim (Feira de Projetos de Química), evento promovido durante o 63º Congresso Brasileiro de Química, em Salvador (BA), nos dias 5 a 8.

 

A aluna do SESI Escola de Referência Dra. Emina B. Mustafa desenvolveu o projeto "Desenvolvimento de aplicativo interativo sobre chuva ácida, utilizando o MIT App Inventor", uma iniciativa que busca transformar o aprendizado sobre temas ambientais complexos em algo acessível e interativo.

 

Orientada pelos professores Ana Caroline Duarte e Nicanor Bueno, e com o apoio da pedagoga Genilda Tinoco, Raquel desbancou concorrentes de diversas partes do país. Desde a fase inicial de uma redação até a prova final, ela se destacou, revelando não apenas seu talento, mas uma paixão pela química que nasceu ao ajudar sua irmã em um curso técnico.

 

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“A partir do 9º ano, comecei a ter aulas de química com a professora Ana Caroline, o que me estimulou a ter mais curiosidade sobre a área”, conta Raquel. A vontade de entender melhor essa ciência levou-a a idealizar um aplicativo que combinasse tecnologia e educação.

 

Desenvolvido no MIT App Inventor, o aplicativo criado por Raquel permite que estudantes simulem os efeitos da poluição atmosférica no fenômeno da chuva ácida. A ferramenta traz atividades interativas e quizzes que incentivam os alunos a explorarem e compreenderem a relação entre a ação humana e o meio ambiente.

 

“Eu ensaio as falas e as possíveis perguntas com os professores”, explicou Raquel, que atribui o sucesso em sua apresentação a esse preparo detalhado. Para ela, o foco no desenvolvimento de métodos modernos de ensino é essencial para transformar o aprendizado de ciências.

 

A escolha do tema da chuva ácida reflete a preocupação de Raquel em tornar assuntos complexos mais acessíveis. “A chuva ácida está no nosso cotidiano cada vez mais”, explicou. Com o desejo de seguir carreira na área de tecnologia e desenvolvimento de projetos, ela vê a química como uma plataforma para contribuir com a preservação do meio ambiente e um caminho para que os jovens possam fazer a diferença. “O uso de tecnologias educacionais interativas pode transformar o ensino de ciências”, completa.

 

Para a professora Ana Caroline Duarte, ver o sucesso de Raquel é gratificante. “É um presente que a educação me proporciona. É poder fazer a diferença na vida deles e na minha vida. Cada etapa de conquista que vivencio com eles é a certeza que a educação transforma nossas vidas”, afirmou.

 

Fotos:Divulgação

 

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O universo da química também é fonte de aprendizado para Giovanna Sena, aluna do 3º ano da SESI Escola de Referência Dra. Emina B. Mustafa, que tem encontrado nas competições acadêmicas uma motivação adicional. Medalha de bronze na Olimpíada Amazonense de Química (OAmQ), em outubro, Giovanna afirma que embora não planeje atuar na área, o assunto despertou o seu interesse.
 

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