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Análise: sufoco do Santos contra o Paysandu abre disputas no time e é alerta 'do bem' para Série B
Foto: Reinaldo Campos/AGIF

Giuliano em Santos x Paysandu

Dos males, o menor. Ou melhor, nem males, apenas alertas. O Santos sofreu muito para vencer o Paysandu por 2 a 0, neste sábado, na estreia da Série B do Brasileirão, mas conseguiu fazer os três pontos e pode usar os incidentes táticos e técnicos da partida como um alerta "do bem" para a sequência do ano.

 

O jogo na Vila Belmiro sem público serviu, também, para abrir disputas interessantes no time santista, principalmente nas laterais e no ataque. Claramente não há uma definição exata sobre os 11 titulares depois do duelo contra o Papão da Curuzu. Pedrinho, por exemplo, pede passagem.

 

O primeiro tempo serviu para dar claros recados ao Santos. O principal deles passa pelo comportamento dos rivais. Um jogo de marcação forte e muito faltoso, com contatos físicos o tempo todo, irritando nomes importantes do time, como o venezuelano Otero.

 

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Muita marcação, poucos espaços e até certo nervosismo para tentar uma definição mais contundente das jogadas fizeram com que os primeiros 45 minutos dos comandados de Fábio Carille fossem decepcionantes e, na ótica do torcedor, até mesmo desesperadores. Sobraram erros.

 

O "enrolado" parecia não se desenrolar por nada, com o Paysandu dominando certas ações. Gil, um oásis no deserto alvinegro, até furou a bola para afastar o que poderia ser um gol rival. Uma insistência exacerbada pelas pontas ou por cruzamentos fora de mão colocavam o Santos longe de abrir o placar.

 

A etapa final foi a luz no fim do túnel para o Santos. Mudanças de peças foram determinantes para o resultado final vitorioso. Saíram dois laterais para a entrada de outras duas peças que podem em breve brigar por vaga no time: o jovem JP Chermont e o estreante Rodrigo Ferreira.

 

O Santos marcou presença na parte ofensiva do campo, com maior profundidade pelas pontas. O elemento surpresa, porém, não esteve nos alas que entraram. Novo dono da lendária camisa 7 do Santos, o atacante Pedrinho fez o que faltava no jogo: lances individuais.

 

Foi do atacante, pelo lado direito, o drible sequencial em dois marcadores para abrir o placar a favor do Santos. Dali em diante, a etapa final contou com maior domínio santista. Guilherme, depois de enorme entrega física ao longo do jogo, foi premiado com o segundo e último gol do duelo.

 

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As mexidas deram resultado e abrem margem para Carille pensar em mudanças para os próximos jogos. O sofrimento será inerente aos jogos complicados da Série B, e o importante para o Peixe é descobrir as maneiras de amenizá-lo. Nada importa mais do que pontuar.

 

Fonte: GE

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