A coluna descobriu novidades em um processo movido por Kelly Tavares dos Santos contra a cantora, a Netflix e a Conspiração Filmes
Enquanto Anitta dá o pontapé inicial em seus famosos ensaios de Carnaval, uma batalha judicial envolvendo a Poderosa e a dançarina Kelly Tavares dos Santos segue fervendo na Justiça. O caso, que acabou caindo no esquecimento do público, não fugiu dos olhares atentos da coluna Fábia Oliveira.
Para quem não lembra, Kelly processou a cantora, a Netflix e a Conspiração Filmes pelo que ela alega ser uso indevido da sua imagem na série documental Anitta – Made in Honório, lançada em 2020. Ela pede pagamento de danos morais e materiais de R$ 50 mil após aparecer por cerca de dois segundos no terceiro episódio da série.
Pois bem. A coluna teve acesso com exclusividade aos autos da ação e descobriu que, após algum tempo, Anitta apresentou a sua defesa no caso. De início, a artista alegou que caberia à Conspiração Filmes resolver a questão, e que ela, em si, não teria responsabilidade alguma no caso.
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Segundo Anitta, ela é protagonista da série documental, no entanto, as questões processuais e que dizem respeito ao uso de documentos e dados burocráticos não são de sua alçada.
Os representantes legais de Anitta levantaram, ainda, que a dançarina não foi eficaz em comprovar que a pessoa que aparece no documentário é, de fato, ela. A foto de documento de identificação que Kelly juntou, segundo consta na contestação, sequer pareceria com a dançarina que aparece na série por curtos segundos. Foi dito, inclusive, que o take é tão rápido que seria impossível atestar se tratar da mesma pessoa.
Sobre a indenização, a defesa de Anitta afirmou ser é totalmente descabida e sem qualquer respaldo. Na peça, foi apresentado também um argumento um tanto quanto polêmico. Os advogados da artista afirmaram que a autora da ação sabia, à época, que os bailes da Furacão 2000 eram gravados e transmitidos. Logo, ela deveria ter ciência de que sua imagem poderia ser capturada a qualquer momento. Kelly é acusada, ainda, de tentar enriquecer às custas dos réus de forma ilegal.
Indo além, é dito que, caso uma indenização seja fixada, o correto é que a mesma não ultrapasse a casa dos R$ 2 mil, valor muito inferior aos R$ 50 mil que foram solicitados.
Kelly Tavares dos Santos não gostou nada dos argumentos apresentados e, através de sua defesa, afirmou que algumas das alegações de Anitta são uma afronta à sua inteligência e dos julgadores. Foi dito, também, que o que estavam tentando fazer era chamá-la de “louca”.
Em questões de direito, a dançarina se defendeu afirmando que Anitta deveria ter apresentado os documentos de autorização de capturas de imagem feitas pela Furacão 2000. Se os tais documentos não existem, a Poderosa estaria cometendo um erro em cima de outro erro legal, segundo Kelly.
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Esse caso ainda promete dar o que falar e envolver muita gente por aí. Será que Anitta sairá deste tribunal entoando seu clássico “Ai Papai, Macetei”, ou a derrota está próxima? Bom, como diz a própria Poderosa: “Nesse jogo vamos ver quem é que vai vencer”.
Fonte: Metropóles