O presidente da Federação das Indústrias do estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva, destacou a importância da exploração de potássio no Amazonas, durante a sessão que confirmou na última segunda-feira (8) na sede do governo do Estado a licença ambiental para instalação do projeto Potássio Autazes, no município a 113 quilômetros de Manaus.
“A implantação de atividade como essa gera indicadores sociais, qualidade de vida para os indígenas, oportunidade de trabalho, de emprego, de renda, avanço no saneamento, no abastecimento de água, asfaltamento de ramais, educação e saúde”.
Em fase de instalação, a atividade deve gerar de forma direta 2,6 mil postos de trabalho, na fase de operação da Mina de Silvinita, que será a maior do país. No total, a nova matriz econômica vai proporcionar mais de 17 mil postos de trabalhos diretos e indiretos no estado quando estiver em operação.
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Na ocasião, Antonio Silva destacou que a qualificação da mão de obra para trabalhar na mineração do potássio deverá ser feita pelas entidades que compõe o Sistema S: Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Social do Comércio (Sesc) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), da mesma forma que fez a empresa Eneva para exploração do gás natural em Silves e Itapiranga.
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“Começaremos a ter uma não dependência única e exclusivamente do nosso exitoso Polo Industrial de Manaus. Passaremos a ter aquilo que nós ansiávamos e esperávamos: uma alternativa. E se Deus quiser, teremos um polo de fertilizantes”, afirmou Silva.