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Após deixar o Brasil, Lavrov visita Venezuela e demonstra apoio total ao país
Foto: Reprodução

Ministro das Relações Exteriores da Rússia ainda visitará Nicarágua e Cuba durante suas viagens na América Latina.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, chegou à Venezuela nesta terça-feira (18). Em sua chegada, Lavrov falou com membros do governo de Nicolás Maduro antes de se encontrar com o presidente venezuelano presencialmente.

 

Lavrov ratificou o apoio de Moscou ao governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro e expressou a disposição de seu país de favorecer as relações com países como a Venezuela que sofrem, como a Rússia, os efeitos das sanções internacionais.

 

"Concordamos com medidas práticas para expandir nossa cooperação bilateral" levando em conta as realidades atuais de ambos os países, disse Lavrov em entrevista coletiva

 

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O governo russo fará tudo ao seu alcance para que a Venezuela consiga uma economia independente das pressões e sanções dos EUA, afirmou o representante do governo russo.

 

A Venezuela está na segunda etapa da viagem do chanceler que começou na segunda-feira no Brasil e seguirá pela Nicarágua e Cuba. De acordo com o governo russo, a visita oficial de Lavrov visa fortalecer a cooperação com essas nações nos níveis político, comercial, econômico e educacional, entre outras áreas.

 

Chanceler russo, Sergei Lavrov, durante visita à Venezuela em 18 de abril de 2023 — Foto: Jesús Vargas/AP

Chanceler russo, Sergei Lavrov, durante visita à Venezuela

em 18 de abril de 2023 (Foto: Jesús Vargas/AP)

 

Lavrov também afirmou que a Venezuela no cenário internacional é "sem dúvida, um dos parceiros mais confiáveis" do Kremlin.A Rússia, juntamente com a China, são aliados ferrenhos do governo Maduro em meio à grave crise econômica que assola a Venezuela e às sanções impostas pelos Estados Unidos.

 

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O governo de Maduro e seus colaboradores mais próximos também acusaram a OTAN de provocar a crise na Ucrânia e evitar chamá-la de "guerra", referindo-se à guerra como uma "operação militar especial", como o Kremlin a chama. 

 

Fonte: G1

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