Nesta terça-feira (10), Lula retornará ao Amazonas em um ano eleitoral, com a agenda focada em uma reunião com prefeitos na sede da Suframa e um sobrevoo em Tefé para captar imagens da seca, sem contato com o público local
Em 2023, no primeiro ano de sua terceira gestão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) evitou Manaus e escolheu visitar Parintins, onde obteve 80% dos votos em 2022. Embora houvesse uma oportunidade para Lula viajar a Manaus para socorrer a população afetada pela estiagem do ano passado, ele enviou o vice-presidente Geraldo Alckmin em seu lugar.
Nesta terça-feira (10), Lula retornará ao Amazonas em um ano eleitoral, com a agenda focada em uma reunião com prefeitos na sede da Suframa e um sobrevoo em Tefé para captar imagens da seca, sem contato com o público local. A escolha por uma agenda fechada pode ser uma tentativa de evitar a capital amazonense, que é predominantemente de direita e onde Lula apoia o ex-deputado federal Marcelo Ramos como candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à prefeitura de Manaus.
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A crise ambiental na região é severa, com novos focos de incêndio surgindo a cada 2,4 minutos e níveis críticos de poluição afetando 10 estados. O governo Lula enfrenta críticas por reduzir o orçamento para combate às queimadas, com o Ibama solicitando R$ 120 milhões e recebendo apenas R$ 50 milhões. A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, agora atribui a crise às mudanças climáticas, desviando a responsabilidade da administração atual.
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Lula é acusado de adotar medidas superficiais e de não implementar uma política ambiental eficaz, em meio à sua estratégia eleitoral para apoiar Marcelo Ramos.