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Arqueólogos descobrem esfinge de imperador romano no Egito
Foto: Reprodução

Arqueólogos encontraram uma estátua de esfinge de calcário durante escavações no Templo de Hórus próximo ao rio Nilo, na região de Dendera no Egito.

 

Os pesquisadores acreditam que a estátua, que apresenta características reais e um sorriso leve, possa ser uma representação de Cláudio, o imperador romano que governou de 41 a 54 d.C.

 

Alguns estudiosos, no entanto, questionam a interpretação de que a face seja a do chefe do Império Romano. Durante o reinado de Cláudio, os romanos controlaram o Egito, mas o próprio imperador nunca visitou o país.

 

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QUEM FOI O IMPERADOR ROMANO CLÁUDIO?

 

O governo de Cláudio durou apenas 15 anos, mas deixou marcas profundas no Império Romano. (Fonte: Ministério do Turismo do Egito/Divulgação)

 

Cláudio nasceu em 10 a.C. e cresceu com uma doença física que o deixou com problemas de fala e dificuldades motoras, o que levou sua família a subestimá-lo e considerá-lo um pouco tolo. No entanto, ele era um homem muito inteligente e um grande estudioso, interessado em história e literatura, e escreveu vários trabalhos sobre esses assuntos.

 

Após a morte de seu sobrinho Calígula pela guarda pretoriana, Cláudio foi escolhido como imperador pelos soldados romanos. Ele era um líder capaz e implementou muitas reformas durante seu reinado, incluindo melhorias na justiça, finanças e administração. Ele também expandiu o império romano, conquistando a Britânia e anexando a Trácia.

 

O imperador Cláudio morreu em 54 d.C. aos 63 anos. O governante foi envenenado por sua quarta esposa, Agripina, que queria colocar seu próprio filho, Nero, no trono.

 

OUTRAS DESCOBERTAS ARQUEOLÓGICAS

 

Placa funerária garante o bem-estar do morto e lembra de seus feitos em vida. (Fonte: Ministério do Turismo do Egito/Divulgação)

Fotos: Reprodução

 

Os arqueólogos encontraram ainda um santuário de calcário com dois níveis e pisos inclinados e uma placa de pedra da era romana com inscrições demóticas e hieroglíficas. Além disso, também foi encontrada uma bacia de armazenamento de água feita de tijolo vermelho, que data da era bizantina.

 

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As escavações em andamento no Templo de Hórus e no Portão de Ísis procuram com varreduras de magnéticas e de radar uma estrada que ligue os dois locais. Essas descobertas podem atrair mais pessoas interessadas em história e arqueologia para revitalizar a indústria do turismo do Egito em crise. Até 2028, o país espera receber 30 milhões de turistas por ano.


Fonte: Mega Curioso

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