Na mesma operação da Polícia Civil que prendeu Deolane Bezerra, Gusttavo Lima teve um avião apreendido
Além de Deolane Bezerra, a Operação Integration atingiu Gusttavo Lima. O cantor sertanejo, que está passando férias na Grécia, teve uma aeronave apreendida na manhã desta quarta-feira (4/9). De acordo com a assessoria do músico, entretanto, o avião não lhe pertence mais.
Por intermédio do advogado Cláudio Bessas, a Balada Eventos esclareceu que “a aeronave prefixo PR-TEN, foi vendida por meio contrato de compra e venda, devidamente registrado junto ao RAB-ANAC para a empresa J.M.J Participações”.
Dessa maneira, a “empresa J.M.J é a proprietária e está registrada no RAB da ANAC como operadora até o deferimento do processo de transferência pelo órgão”.
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A Polícia Civil de São Paulo, em uma ação conjunta com forças policiais de Pernambuco, Paraná, Paraíba e Goiás, apreendeu na manhã desta quarta-feira (4/9) um avião que pertence à empresa do cantor sertanejo Gusttavo Lima.
O Cessna 560 XLS, com prefixo PR-TEN, foi recolhido durante uma manutenção no aeroporto de Jundiaí, em São Paulo. A apreensão faz parte da Operação Integration, que visa desmantelar uma complexa organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
A investida da polícia resultou na prisão da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, bem como de outras 18 pessoas. As autoridades desarticularam uma rede criminosa que movimentou cerca de R$ 2,1 bilhões provenientes de atividades ilícitas, incluindo jogos de azar e lavagem de dinheiro em cinco estados brasileiros: Pernambuco, Paraíba, São Paulo, Paraná e Goiás.
A aeronave apreendida (foto em destaque) está registrada na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) com o nome empresa Balada Eventos e Produções LTDA, vinculada ao cantor Gusttavo Lima.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião foi registrado pela empresa do cantor em 30 de julho de 2022.
Além do avião, a operação resultou no bloqueio de ativos financeiros no valor de mais de R$ 2,1 bilhões, e a apreensão de diversos bens, incluindo carros de luxo, imóveis e embarcações. Em Recife, as autoridades focaram em um luxuoso prédio na orla de Boa Viagem, na zona sul da capital pernambucana.
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Como parte das medidas cautelares, os envolvidos, incluindo Deolane Bezerra, tiveram seus passaportes retidos, e o porte de armas foi suspenso. A Justiça também cancelou os registros de armas de fogo dos acusados.
Fonte: Metrópoles