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Até CPI das Pirâmides, donos da 123 Milhas estão proibidos de sair do país
Foto: Reprodução

123 milhas

A Justiça Federal proibiu que os donos da 123 Milhas, plataforma online de passagens aéreas, saiam do país. A determinação acontece em meio a convocação da empresa para investigação na CPI das Pirâmides Financeiras, onde os sócios e diretores serão ouvidos no próximo dia 6 de setembro, na Câmara dos Deputados.

 

Caso não compareçam as oitivas na data marcada, está autorizada condução coercitiva dos investigados pela Polícia Federal . A decisão foi proferida nesta sexta-feira (1º), pela 3ª Vara Federal Criminal de Belo Horizonte.

 

O deputa do Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), presidente da CPI, foi o solicitante à Justiça a condução coercitiva dos sócios da 123Milhas, Ramiro Júlio Soares Madureira e Augusto Júlio Soares Madureira, e de toda a diretoria da empresa.

 

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RECUPERAÇÃO JUDICIAL


Os diretores da empresa se reuniram nesta sexta-feira, 1, com a membros da Secretaria Nacional do Consumidor, em Brasília, mas não apresentaram nenhum plano de ressarcimento aos clientes que tiveram passagens aéreas canceladas. Uma nova reunião foi marcada para o próximo dia 14, onde a 123Milhas devem exibir o número de clientes e a forma de compensação aos que foram prejudicados.

 

O secretário da Senacon, Wadih Damous, reforçou a necessidade dos dados. “Queremos saber quantas pessoas estão nessa situação, quantas vão entrar nessa negociação. Eu quero uma apresentação formal”, afirmou.

 

“Tudo que foi comercializado antes do pedido de recuperação judicial vai ser objeto da elaboração de um plano de ressarcimento. Como será: com voucher, com dinheiro, que critérios serão usados? Cronológicos, de urgência? (…) Isto vai ser organizado”, garantiu Damous em entrevista a jornalistas”.

 

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A 123milhas protocolou o pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de Minas Gerais no último dia 29, após o escândalo sobre o cancelamento de passagens aéreas e problemas com ressarcimento a consumidores via voucher. A agência de viagens suspendeu a emissão de passagens para embarques previstos entre setembro e dezembro deste ano, por “motivos alheios à sua vontade”.  

 

Fonte: Isto É

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