Segundo um restaurador de quadros, a arte não sofreu danos permanentes e está acessível ao público novamente
Uma ativista climática foi presa por colocar um cartaz adesivo em um quadro de Monet no Museu d’Orsay, em Paris, como forma de chamar a atenção para o aquecimento global, neste sábado (1º/6).
O caso é um dos mais recentes da série de protestos que possuem o mesmo objetivo: atenção à crises do clima.
A mulher faz parte de um grupo de ativistas ambientais e defensores da produção sustentável de alimentos, o grupo Riposte Alimentaire (Reposta Alimentar). Ela teria colocado um adesivo da cor vermelho-sangue sobre a arte Campo de papoulas do artista impressionista francês, Claude Monet. A pintura foi concluída em 1873.
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A ação foi gravada e postada nas redes sociais, em que a ativista declara que “essa imagem de pesadelo nos aguarda se nenhuma alternativa foi colocada em prática” e “com quatro graus, podemos esperar o inferno”.
A ativista fez referência às previsões que dizem que a temperatura da Terra pode aumentar 4 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais até 2050.
Um porta-voz em restauração de quadros analisou a pintura e relatou que “A exposição está totalmente acessível ao público novamente”.
As obras do artista Monet chegou a ser vendida por dezenas de milhões de dólares.
ATAQUES À ARTE NA FRANÇA
A Riposte Alimentaire reivindicou a responsabilidade dos protestos referidos aos ataques à arte na França. Eles incluíram um ataque ao retrato da Mona Lisa, no Louvre, em janeiro, quando dois ativistas atacaram o quadro com uma sopa. O quadro estava protegido com um vidro.
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Outro incidente semelhante ocorreu com a obra ‘Primavera’ de Monet, quando alguém jogou sopa sobre a pintura. A Riposte Alimentaire é um “movimento de resistência civil francês que visa estimular uma mudança social radical para o meio ambiente e a sociedade”.
Fonte: Metrópoles