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Autor da chacina de Sinop silencia em depoimento mas faz revelação extraoficial sobre vítimas
Foto: Reprodução

Edgar Ricardo de Oliveira, de 30 anos, é o autor da chacina de Sinop (MT) que se entregou à polícia nesta quinta-feira (23/02). Horas depois de se entregar, prestou depoimento à polícia.

 

O delegado do caso, Bráulio Junqueira, contou à imprensa que por orientação do advogado Edgar permaneceu em silêncio durante seu depoimento, sem responder a quaisquer questões oficialmente. “Fizemos perguntas pertinentes, cabíveis e necessárias”, declarou.

 

No entanto, a principal revelação do homem, flagrado por câmeras de segurança enquanto executava 7 pessoas em um bar da cidade após perder uma partida de sinuca, foi dada de forma extraoficial aos investigados, logo que se entregou e era atendido na delegacia.

 

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Segundo o delegado, Edgar disse que tinha “problemas pessoais” com as vítimas, problemas esses anteriores ao jogo perdido. No entanto, não deu detalhes sobre os problemas e também não citou quais vítimas seriam seus desafetos.

 

Edgar Ricardo de Oliveira passará por audiência de custódia e em seguida deve ser levado à Penitenciária Dr. Oswaldo Florentino Leite Ferreira, mais conhecida como Presídio Ferrugem, em Sinop. Lá ele deve aguardar pelo julgamento.


O matador foi para a delegacia acompanhado do advogado Marcos Vinicius Borges, que havia pedido a presença da mídia para que seu cliente pudesse se entregar de forma "pacífica". "Nós até queremos que tenha o acompanhamento da mídia.

 

Uma das exigências da defesa é que possamos acompanhá-lo na viatura e no procedimento na Polícia Civil", disse o advogado à página Sinop Urgente, no Facebook, na última quarta-feira (22).

 

De acordo com a versão apresentada pelo assassino no momento da prisão, que informalmente já admitiu a autoria de todas as mortes, embora tal iniciativa fosse desnecessária, visto as imagens que circularam o mundo mostrando seu protagonismo na chacina, ele não teria atirado na mulher caída no chão “para poupá-la” e que ainda determinou a Ezequiel Souza Ribeiro, o comparsa que estava com uma pistola, “que não atirasse nela”. Edgar disse ainda que "não era para ter acertado a pré-adolescente".


Ezequiel foi morto na quarta-feira (22), após se esconder numa área próxima ao aeroporto de Sinop e supostamente reagir a uma operação realizada pelo BOPE da Polícia Militar do Mato Grosso, que o atingiu com vários tiros.

 

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Ele chegou a ser levado para um hospital, mas já chegou morto à emergência.

 

Fonte: Revista Fórum

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