Seleção masculina vai estrear no dia 27 de julho. Adversária será a França, que tem Victor Wembanyama entre os convocados e contará com apoio da torcida
Após oito anos, o basquete brasileiro está de volta às Olimpíadas. A seleção masculina venceu a Letônia no domingo (7) e carimbou o passaporte para os Jogos.
Em Paris, serão três grupos, e o Brasil estará no B, ao lado de França, dona da casa, Alemanha, atual campeã mundial, e Japão. Os dois primeiros colocados de cada chave avançarão às quartas de final, assim como os dois melhores terceiros.
Veja o calendário da seleção brasileira na 1ª fase das Olimpíadas (horários de Brasília):
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Sábado, 27 de julho – França x Brasil – 12h15
Terça-feira, 30 de julho – Brasil x Alemanha – 16h
Sexta-feira, 2 de julho – Japão x Brasil – 6h
A final do torneio masculino de basquete está marcada para 10 de agosto, às 16h30. A disputa pelo bronze acontecerá no mesmo dia, porém mais cedo, às 6h30.
Em Paris, o Brasil tentará superar a campanha na última participação olímpica. A seleção se classificou para a Rio-2016 como país-sede, mas acabou eliminada ainda na primeira fase. Quatro anos antes, em Londres, os brasileiros terminaram na quinta colocação, sendo superados pela Argentina nas quartas de final.
Até 2024, Londres e Rio tinham sido as únicas edições olímpicas a contarem com a seleção masculina de basquete neste século. O Brasil não se classificou para Atenas (2004), Pequim (2008) e Tóquio (2020). Também não tinha ido a Sydney (2000), ainda no século XX.
Apesar das participações terem ficado menos frequentes e uma semifinal não ser alcançada desde 1968, o Brasil soma três medalhas no torneio olímpico masculino de basquete. Conquistou o bronze em 1948, 1960 e 1964. Também carrega o posto de bicampeão mundial, com títulos em 1959 e 1963.
Entre os rivais brasileiros da primeira fase dos Jogos de Paris, a França é aquela que tem o melhor histórico em Olimpíadas. Até agora, foram três medalhas de prata, garantidas em 1948, 2000 e 2021. No papel de donos da casa neste ano, os franceses terão Victor Wembanyama como um dos destaques. O jovem de 20 anos e 2,24m de altura foi a primeira escolha do Draft da NBA em 2023 e eleito o melhor calouro da última temporada da liga americana.
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Fotos: Reprodução
A Alemanha, por sua vez, não tem medalhas olímpicas no basquete masculino. Em compensação, chega como atual campeã mundial. Conquistou a Copa do Mundo de 2023, com direito a uma vitória sobre os Estados Unidos na semifinal. Dennis Schröder venceu o prêmio de MVP do torneio e será uma das principais peças da seleção alemã em Paris.
O Japão, último adversário do Brasil, não tem medalhas em Olimpíadas ou Copas do Mundo. Foi uma das sedes do Mundial de 2023, mas terminou na 19ª posição (atrás da seleção brasileira, 13ª). Josh Hawkinson, nascido nos EUA, e Rui Hachimura, do Los Angeles Lakers, estão entre os principais nomes da convocação japonesa para Paris.
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Com o foco voltado às Olimpíadas, o Brasil terá dias de descanso após o Pré-Olímpico e deverá se reunir novamente em meados de julho. Sob o comando do técnico Aleksandar Petrovic, treinará na Europa e já se dedicará a estudar os adversários.
Fonte: GE