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Bebê que engoliu prego recebe alta após dias internada no Pará: 'Estávamos muito preocupados'
Foto: Reprodução

A bebê de 1 ano e seis meses que foi hospitalizada após engolir um prego, no interior do Pará, recebeu alta na noite desta quinta-feira (18) do hospital onde estava internada em Belém. O objeto foi expelido naturalmente através das fezes da criança.

 

O acidente ocorreu no último domingo (14) enquanto a menina brincava na própria residência, em Breves, no Arquipélago do Marajó. A bebê precisou foi transferida na terça-feira (16) para um pronto-socorro na capital.

 

O pai da menina, Rafael dos Santos, informou ao g1 nesta sexta-feira (19) que ele e a mãe da menina estavam preocupados, pois segundo os médicos, caso a menina não conseguisse colocar o objeto para fora, seria necessário realizar uma cirurgia para retirar o prego.

 

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"Estávamos muito preocupados porque o médico falou que se ela não botasse o prego para fora até esta sexta, eles iriam ter que fazer a cirurgia. Mas graças a Deus não precisou. Na quinta, por volta das 19h30, o prego saiu nas fezes", detalhou o pai.

 

Rafael compartilhou um momento da filha após a saída do objeto de seu corpo. Segundo o pai, durante os dias internadas, a bebê foi nutrida com aporte calórico por via venosa, quando a criança recebe soro na veia, e esporadicamente recebia três copinhos de leite por dia.

 

A família informou que os médicos estavam receosos que a alimentação pudesse interferir a digestão do objeto engolido e acabar causando a perfuração de algum órgão da criança.

 

COMO TUDO OCORREU?

 

Ingrid Elóa estava brincando no chão de casa quando encontrou um prego e engoliu. A família desconfiou do problema quando a criança demonstrou que estava engasgada.A residência está passando por reformas e segundo o pai, houve a limpeza do local, mas o objeto passou despercebido.

 

"No momento que ela engoliu, não fazíamos ideia do que seria, foi muito rápido, ela só tossiu e engasgou um pouco, aí levamos ela no hospital da nossa cidade e lá fizeram um Raio-X", contou Rafael dos Santos, pai da criança.

 

MOBILIZAÇÃO POR LEITO

 

O caso ocorreu no domingo (14), mas apenas na terça-feira (16) a menina conseguiu ser transferida para um leito em um hospital na capital. Durante esse intervalo, uma mobilização foi realizada nas redes sociais, por amigos e familiares, para que a menina conseguisse o leito com suporte adequado para o tipo de atendimento que ela precisava.

 

Em nota, a Prefeitura de Breves informou um raio-x confirmou a presença do objeto no estômago da menina, mas que a UPA 24h e Hospital Municipal Maria Santana Rocha Franco não oferecem serviço de cirurgia pediátrica, por esse motivo, a bebê precisou ser cadastrada no sistema estadual para a busca de um hospital focado nesse tipo de atendimento.

 

"Enquanto não houve liberação de leito, a criança permaneceu internada e assistida pela equipe médica da UPA 24h, recebendo sintomáticos e aporte calórico por via venosa e no dia 16/07, foi transferida para Belém, após a liberação de leito", informou a nota.

 

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Já a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que "o leito foi liberado assim que a UPA do município anexou os documentos necessários para análise do cadastro da criança. O que só ocorreu na manhã de terça-feira (16)". A Sespa também ressaltou que toda a transferência é responsabilidade da unidade onde o paciente está internado. 

 

Fonte:G1

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