Na segunda-feira (8/1), as ações da Boeing, gigante da aviação dos EUA, tombaram 8,03% na Bolsa de Valores de Nova York
Depois de um pedaço da fuselagem de um avião se soltar de um jato da Alaska Airlines em pleno voo, o que levou à proibição do uso do jato 737 Max 9 pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, a Boeing perdeu US$ 12,1 bilhões (cerca de R$ 59 bilhões, na cotação atual) em valor de mercado em um único dia.
Na segunda-feira (8/1), as ações da gigante da aviação tombaram 8,03% na Bolsa de Valores de Nova York, em mais um duro golpe para a companhia, que vem sofrendo com maus resultados pelo menos desde 2019.
Imagens que ganharam as redes sociais mostram um buraco na lateral do avião e passageiros usando máscaras de oxigênio. A aeronave transportava 177 pessoas. O piloto teve de fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Portland, nos EUA.
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As causas do acidente estão sendo investigadas pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA.
“As aeronaves Boeing 737-9 permanecerão em terra até que os operadores concluam inspeções aprimoradas, que incluem plugues de saída das portas esquerda e direita da cabine, componentes das portas e fixadores”, informou a autoridade regulatória do setor nos EUA.
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Em nota, a Boeing informou que sua grande prioridade é a segurança dos voos e lamentou o incidente. “Concordamos e apoiamos totalmente a decisão da FAA de exigir inspeções imediatas nos aviões 737-9 com a mesma configuração do avião afetado”, disse a empresa.
Fonte: Metropóles