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Bolsonaro chora em ato na Paulista e chama Alexandre de Moraes de ditador
Foto: Reprodução

O ex-presidente fez uma série de ataques contra o ministro do STF e o acusou de manipular a eleição de 2022 quando presidente do TSE

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve presente no ato organizado pelo pastor Silas Malafaia e que aconteceu neste sábado (7) na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante sua fala, Bolsonaro atacou o presidente Lula (PT) e, principalmente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Em sua fala, Jair Bolsonaro acusou Alexandre de Moraes, quando presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de intervir nas eleições de 2022 e usar o aparato estatal para fazer com que ele perdesse o pleito para Lula.

 

"É a primeira vez na história do Brasil que estamos assistindo a um presidente sem povo. Falaram que eu deveria passar a faixa para aquele cara... Eu não passo a faixa pra ladrão. Existem dois tipos de ladrões: o ladrão que rouba o nosso dinheiro e outro, mais perverso ainda, é o que rouba o nosso futuro e a nossa liberdade. As eleições de 22 [...] ela foi totalmente conduzida de forma parcial pelo presidente do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes", disse Bolsonaro.

 

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Em seguida, Bolsonaro declarou que era perseguido pelo TSE. "Eu não podia fazer nada, não podia live da minha casa, não podia mostrar as imagens do 7 de Setembro, não podia associar o Lula a ditadores da América do Sul, não podia mostrar imagens dele defendendo roubo de celular pra tomar uma cervejinha e o outro lado tudo podia fazer, em especial me chamar de genocida, com decisão do TSE", disse.

 

Posteriormente, o ex-presidente repetiu uma ideia muito propagada nas redes: de que ele tem o apoio da maioria da população do Brasil e que Lula não pode sair na rua. "A gente não consegue entender como aquele, que segundo o TSE, perdeu as eleições e arrasta multidões, e o outro, que ganhou as eleições, não consegue tomar refrigerante no botequim de qualquer lugar [...] Se hoje eu sou o ex mais amado do Brasil, esse divórcio não foi feito pelo povo, foi por parte desse sistema que trabalhou quatro anos contra a minha pessoa. Alexandre de Moraes escolheu os seus alvos, como escolheu o meu filho Eduardo, escolheu [...] eles tinham que me destruir", afirmou.

 

No fim de seu discurso, o ex-presidente afirmou que apenas uma anistia para todos os presos do 8 de Janeiro, que ele classificou como uma "armação", pode pacificar o Brasil e disse que Moraes é um "ditador".

 

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"Espero que o Senado coloque um freio em Alexandre de Moraes, esse ditador, que faz mais mal ao Brasil que o próprio Luiz Inácio Lula da Silva", concluiu Bolsonaro. 

 

Fonte: Revista Forum

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