Um jornalista brasileiro acusou a Air Europa de impedir o embarque de seu cachorro de Madri para São Paulo alegando falta de documentos do animal. Rafael Capanema afirmou que os papéis exigidos “não fazem sentido” e que não constam como obrigatórios no site da companhia aérea.
Após anos morando na Espanha, o comunicador decidiu voltar para São Paulo e trazer seu companheiro Romeu. No aeroporto, a empresa não permitiu que o animal embarcasse alegando falta do passaporte europeu de animais, que não é aceito no Brasil, e a avaliação de saúde de um veterinário. Segundo Capanema, o segundo documento fica retido no Ministério da Agricultura espanhol durante os trâmites.
“Além de as exigências não fazerem sentido, não constam em nenhum lugar do site da Air Europa. Mostrei para uma funcionária, que viu, concordou e reconheceu que era estranho mesmo. Perguntei se eu teria que ter adivinhado. Ela não soube me responder”, escreveu o jornalista, em seu perfil no Twitter.
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“O pior foi o primeiro funcionário da Air Europa que me atendeu. Ele disse que ‘na América Latina até sacrificam animais’ por problemas com documentos, que ‘todo tipo de coisa acontece lá’, como se estivesse falando de seres incivilizados”, continuou.
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Em resposta ao jornalista, pelo Twitter, a empresa afirmou: “Para para poder viajar com o seu mascote é necessário apresentar o passaporte veterinário com as vacinas. Se não o tiver, deve apresentar um documento de boa saúde do animal, emitido pelo veterinário”. O cão, chamado Romeu, está na casa de uma amiga de Rafael, em Madri, ainda sem ter a definição de quando poderá encontrar seu tutor.
Fonte:Terra