Valor é ofertado em troca de informações que levem ao assassino de Matheus Martines Gaidos, de 27 anos; vítima interagiu com o animal e foi baleada à queima-roupa pelo tutor do animal
O Departamento de Polícia da cidade americana de Oakland, na California, anunciou uma recompensa de US$ 10 mil (equivalente a R$ 48 mil) por informações que levem à prisão do homem que matou o brasileiro Matheus Martines Gaidos, de 27 anos. A vítima foi baleada à queima-roupa após ter interagido com o cachorro do criminoso.
Nesta terça-feira, os investigadores divulgaram uma imagem do suspeito. Ele veste uma camisa amarela e usa óculos. A polícia também apresentou a imagem de uma mulher, mas o rosto dela é pouco nítido.
"Se você conhece esses indivíduos ou tem informações sobre este caso, entre em contato com a Unidade de Homicídios do Departamento de Polícia de Oakland", diz a nota.
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A corporação acrescenta que "está divulgando essas fotos na esperança de que a comunidade possa ajudar a identificar esses indivíduos que caminhavam na área pouco antes do homicídio de Matheus Gaidos".
O brasileiro trabalhava como entregador de flores em Oakland, nos Estados Unidos. De acordo com os pais da vítima, Gaidos elogiou o animal, o tutor não gostou e os dois começaram a discutir.
Segundo informações da emissora KTVU FOX 2, a mãe do jovem, Isabel Martines, contou que o filho estava no celular jogando videogame com um amigo no Brasil enquanto ele tentava entregar flores. O amigo ouviu Gaidos dizer "bom cachorro" e então começou uma confusão.
— Matheus disse a ele no telefone 'Levei um tiro'. Ele estava apenas fazendo sua última entrega antes de ir para casa. Ele não estava fazendo nada de errado — disse Isabel.
Matheus foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O atirador e a mulher que estava com ele foram detidos pela polícia americana.
— É difícil perdoar algo que aconteceu assim — disse seu pai Antonio Gaidos à emissora.
—Queremos justiça, só não queremos ver isso acontecendo com outra pessoa. Eles planejam transportar o corpo de volta ao seu país de origem para ser enterrado.
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Fonte: O Globo