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Britannica, fabricante da enciclopédia, não apenas sobreviveu: agora, é uma empresa de IA
Foto: Após anunciar o fim da edição impressa em 2012, empresa passou a investir em tecnologia e utiliza IA para criar, verificar e traduzir conteúdo para seus produtos, incluindo a versão da enciclopédia on-line

Por quase 250 anos, a Encyclopaedia Britannica foi uma série volumosa de tomos com letras douradas, muitas vezes comprada para mostrar que seus proprietários valorizavam o conhecimento.

 

Era o tipo de mídia física que se esperava desaparecer na era da internet e, de fato, o editor da enciclopédia anunciou o fim da edição impressa em 2012.Os céticos questionaram como a empresa Britannica poderia sobreviver na era da Wikipedia. A resposta foi se adaptar aos tempos.

 

O Britannica Group, como a empresa é conhecida atualmente, administra sites, incluindo o Britannica.com e o dicionário on-line Merriam-Webster, além de vender softwares educacionais para escolas e bibliotecas. Também comercializa softwares de agentes de inteligência artificial que sustentam aplicações como chatbots de atendimento ao cliente e recuperação de dados.

 

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A Britannica descobriu não apenas como sobreviver, mas também como prosperar financeiramente. Jorge Cauz, seu CEO, afirmou em uma entrevista que a editora obteve margens de lucro recorrentes de cerca de 45%. 

 

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Fonte:O Globo

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